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Maradona's Political Legacy and Activism
Diego se dizia o Che Guevara do futebol e tem seu compatriota
tatuado no braço direito e uma imagem de Fidel Castro na perna esquerda.
Seu primeiro encontro com Fidel Castro foi em 1987, um ano depois de ele
ter vencido a Copa do Mundo no México. Mas Castro se tornou seu segundo pai a partir de
2000
até 2004, quando Maradona encontrou refúgio em Cuba para
receber
tratamento para sua dependência de drogas.
Numa época em que hospitais se recusavam a ajudá-lo, temendo o peso de sua morte,
Cuba abriu suas portas e, em suas próprias palavras, salvou sua vida.
Durante esse período, ele passou muito tempo com Castro,
falando sobre esportes e
política.
Maradona também era um ávido defensor de Hugo Chávez, seu sucessor Maduro e
Morales, da Bolívia. Embora sejam suas críticas públicas aos
Estados
Estados Unidos e sua política externa que fazem dele um ícone global do
anti-imperialismo.
Maradona participou de protestos em 2004 contra a invasão dos EUA
ao Iraque, chamando George Bush de lixo humano, e declarou que
seu coração é palestino ao se encontrar com o presidente Mahmoud Abbas em
pessoa durante
a Copa do Mundo de 2018.
Maradona chamou de vergonhoso o bombardeio de Gaza por Israel e também criticou o acesso
da Igreja Católica.
Em 2005, ele disse: "Fui ao Vaticano
e vi os tetos
dourados, e então ouvi o Papa dizer
que a igreja se preocupava com crianças
pobres. Então vendam os tetos, cara." Maradona, morto aos
sessenta. Cedo demais. Tivemos o privilégio de testemunhar sua magia com
a
bola, embora suas esperanças por um mundo diferente
foi muito além disso.
Estou convencido de que o irmão e companheiro Diego, compatriota
latino-americano,
é o símbolo da integração dos povos.
Além de ser um grande futebolista, além de ser um grande
jogador, o Maradona era um grande político.
O Maradona falava de política, falava de soberania,
falava da América Latina,
falava em defesa dos pobres, falava em defesa da vida.
O Maradona tinha opinião sobre quase todas as coisas que
aconteciam no mundo e prejudicavam o povo trabalhador e o povo humilde.
Eu, eu, eu sou palestino de coração. Ah, ele é palestino.
Falamos do país, falamos da crise que o mundo tem e
ele me fez um,
um elogio muito, muito, muito foda, né?
Ele me disse,
mas já quando estávamos indo embora, quando eu não queria ir embora.
Ele me disse que ninguém diga que você não entende de
política.
Comecei a chorar muito porque ele foi como meu segundo pai.
Os palestinos atiram-lhe pedras, e este atira-lhes mísseis que os
atingem.
E continuam a ganhar terra e ninguém faz nada.
Ninguém faz nada.
Isto é para a Palestina.
Palestina? Para mim? Palestina. Ah, Palestina.
Sim, isto é de... Ah, está bem.
Isto é para você. Para
mim? Para você. Obrigada. Viva a Palestina.
Ele é um assassino.
Acho que, que não
é possível continuar assim,
como ele decide
tudo por todos nós, por todo o mundo.
Porque ele tem a bomba e a bomba causa mais dano, não
quer dizer que ele tenha poder. O poder não é ter, ah,
uma bomba e, e matar, ah, ah, ah
cinco mil
pessoas.
Para mim, é um assassino sem escrúpulos.
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Original transcript (English)
Diego called himself the Che Guevara of football, and he has his compatriot tattooed on his right arm with an image of Fidel Castro on his left leg. His first meeting with Fidel Castro came in nineteen eighty-seven, a year after he won the World Cup in Mexico. But Castro became his second father from two thousand
to two thousand and four, when Maradona found refuge in Cuba to receive treatment for his drug addiction. At a time when hospitals refused to help him, fearing the burden of his death, Cuba opened its doors and, in his own words, saved his life.
During this period, he spent a lot of time with Castro, talking sports and politics. Maradona was also an avid supporter of Hugo Chavez, his successor Maduro, and Bolivia's Morales. Even though it's his public criticism of
the United States and its foreign policy that make him a global icon of anti-imperialism. Maradona participated in protests in two thousand and four against the US invasion of Iraq, calling George Bush human trash, and declared that
his heart is Palestinian when meeting President Mahmoud Abbas in person during the two thousand and eighteen World Cup. Maradona called Israel's bombardment of Gaza shameful, and also decried the access of the Catholic Church.
In two thousand and five, he said, "I've been to the Vatican and had seen the gold ceilings, and then I hear the Pope saying that the church was concerned about poor kids. So sell the ceilings, mate." Maradona, gone at
sixty. Too soon. We were blessed to witness his wizardry with the football, although his hopes for a different world extended way beyond that. Estoy convencido que el hermano y compañero Diego, compatriota
latinoamericano, es el símbolo de la integración de los pueblos. Além de ser um grande futebolista, além de ser um grande jogador, o Maradona era um grande político. O Maradona falava de política, falava de soberania,
falava de América Latina, falava em defesa dos pobres, falava em defesa da vida. O Maradona tinha palpite para quase todas as coisas que aconteciam no mundo que prejudicavam o povo trabalhador e o povo humilde. Yo, yo, yo soy de corazón palestino. Ah, él es palestino.
Hablamos del país, hablamos de la crisis que tiene el mundo y me hizo un, un halago muy, muy, muy jodeado, ¿no? Me dijo, pero como ya cuando nos íbamos a ir, cuando yo no me quería ir.
Me dijo, que nadie diga que vos no sabes de política. Me agarró un llanto terrible porque fue como mi segundo padre. Los palestinos le tiran con piedra y esto le tiran con unos misiles que se las pegan.
Y le siguen ganando tierra y nadie hace nada. Nadie hace nada. This is for Palestine. ¿Palestina? ¿Para mí? Palestina. Ah, Palestina. Yeah, this is from- Ah, okay.
This is for you. ¿Por mí? For you. Gracias. Viva Palestina. Es un убийца. Creo que, que no es posible continuar así,
como decide todo por todos nosotros, por todo el mundo. Porque tenga la bomba y la bomba se haga más daño, no quiere decir que tenga poder. El poder no es tener, eh, tiene una bomba y, y matar a, a, a
cinco mil personas. Para mí es un asesino sin escrúpulos.