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Racism and Judicial Outcomes in France
O editorial político de Quentin Gérard agora, vamos falar com você
obviamente sobre esta grande reviravolta judicial.
O juiz de instrução encarregado do caso do
assassinato de Thomas Acrépole finalmente reconheceu a circunstância
agravante de ataques contra a raça e a nação francesa, Quentin,
o que mostra de uma vez por todas que
o racismo antibranco existe de fato no país.
Sim, é preciso dizer isso com a mesma força que aqueles que, há 40 anos,
nos explicam doutamente que esse racismo não existe.
O racismo antibranco existe, tem um nome e agora tem até uma qualificação
penal no caso de Thomas Perrauteau.
Dois anos e meio após o drama,
a juíza encarregada do caso decidiu a favor desta circunstância agravante.
Ela baseia-se em cerca de dez testemunhos que relatam declarações incriminatórias
proferidas pelos suspeitos que provavelmente esfaquearam mortalmente o jovem Thomas,
nomeadamente este "estamos aqui para esfaquear brancos" que quase todos os
testemunhas ouviram e que o Ministério Público, por sua vez, tinha cuidadosamente
excluído da sua acusação.
Foram assim precisos dois anos e meio e uma mudança de interpretação jurídica
para que a justiça ousasse escrever o
que os habitantes de Crépole sabem desde a primeira noite. Entretanto,
um livro inteiro escrito por três jornalistas e dedicado a este caso teve o
cuidado de minimizar
as suas declarações, e programas de esquerda como o Quotidien, onde esses exibicionistas passaram
o seu tempo a afirmar que esta história não tinha absolutamente nada a ver com
o racismo antibranco. Ou como não ver o elefante no meio da sala.
E, segundo você, Quentin, esse racismo antibranco? Aliás, ele
ultrapassa amplamente o caso isolado de Crépole. Obviamente, os números são incontestáveis.
Uma pesquisa recente do
IFOP estabelece que 32% das pessoas brancas dizem ter sido vítimas de agressões
racistas nos últimos 12 meses na França.
E vimos isso recentemente de novo com o defensor da seleção da França, Lucas Digne,
inundado de insultos racistas após a eliminação dos Bleus na semifinal
da Copa do Mundo,
simplesmente porque ele esteve na origem do primeiro gol sofrido.
Na realidade, o racismo antibranco
é um fenômeno massivo e completamente ocultado.
O jornalista François Bousquet, que será recebido neste
no estúdio há pouco, recolheu dezenas de
depoimentos sobre este velho tabu de meio século.
Um tabu bem real, mas que é calado num silêncio ensurdecedor até o
mais alto escalão do Estado. Pois é,
porque reconhecê-lo seria admitir que a narrativa da convivência
não se sustenta, que os brancos também podem ser vítimas de racismo.
Esta negação, aliás, não é exclusivamente francesa.
No Reino Unido, milhares de jovens brancas foram exploradas
sexualmente no caso das Grooming Gangs por redes paquistanesas cuja
origem também foi cuidadosamente ocultada por medo de serem rotulados de racistas.
Em Colônia, na noite de 31 de dezembro de 2015,
centenas de mulheres violadas e o mesmo
reflexo por parte das autoridades ocultavam esta realidade que não se quer ver.
Uma realidade que a esquerda, no entanto, continuará a rejeitar com desdém.
Obviamente, porque a esquerda nunca olha para o mundo como ele é,
mas como ela gostaria que
ele fosse. É toda a diferença para uma direita que parte do real. O conceito
do racismo sistêmico,
importado dos campus americanos, postula
que o racismo só circula em um sentido. Dos brancos para os outros, nunca.
Inversamente, um dogma que convém muito à esquerda em geral e à França Insubmissa
em particular, cuja base
eleitoral são os franceses de origem imigrante extra-europeia.
Que ela precisa convencer de que são vítimas do racismo sistêmico
vindo dos brancos,
reconhecer que esse racismo também pode atingir no outro sentido,
fissuraria toda essa narrativa.
Então preferem ignorar isso, mesmo que signifique descartar os
franceses nativos que, de qualquer forma, na cabeça do partido França Insubmissa,
estão perdidos, que de qualquer forma votam em Marine Le Pen, como um "tudo branco,
todo feio", como fez Jean-Luc Mélenchon. Mas os franceses, por sua vez,
não precisam dessa grade de leitura ideológica para ver o que
está acontecendo diante de seus olhos.
Uma pesquisa da CSA para a CNews, Europe 1 e o JDD mostra que quase
70% deles reconhecem a existência
do racismo antibranco, contra um establishment político-midiático que persiste
em olhar para o outro lado e pelo qual Thomas Pierrotto pagou o preço mais alto.
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Original transcript (French)
L édito politique de Quentin Gérard maintenant, on va parler avec vous évidemment de ce rebondissement judiciaire majeur. Le juge d instruction chargé de l affaire du meurtre de Thomas Acrépole a finalement retenu la circonstance aggravante d attaques contre la race et la nation française, Quentin,
ce qui montre une fois pour toutes que le racisme anti blanc existe bel et bien dans le pays. Oui, il faut le dire avec la même force que ceux qui, depuis 40 ans, nous expliquent doctement que ce racisme là n existe pas. Le racisme anti blanc existe, il a un nom et maintenant il a même une qualification
pénale dans l affaire Thomas Perrauteau. Deux ans et demi après le drame, la juge en charge de l affaire a tranché en faveur de cette circonstance aggravante. Elle s appuie sur une dizaine de témoignages qui rapportent des propos accablants tenus par les suspects qui ont vraisemblablement poignardé à mort le jeune Thomas,
notamment ce « on est là pour planter des blancs» » que presque tous les témoins ont entendu et que le parquet, lui, avait soigneusement écarté de son réquisitoire. Il aura donc fallu deux ans et demi et un changement de lecture juridique pour que la justice ose écrire ce
que les habitants de Crépole savent depuis le premier soir pendant ce temps. Un livre entier rédigé par trois journalistes et consacré à cette affaire a pris soin de minimiser ses propos et des émissions de gauche comme quotidien où ces tavous auront passé leur temps à prétendre que cette histoire n avait strictement rien à voir avec
le racisme anti blanc. Ou comment ne pas voir l éléphant au milieu de la pièce. Et selon vous, Quentin, ce racisme anti blanc? D ailleurs, il dépasse largement le seul cas de Crépole. Evidemment, les chiffres sont sans appel. Un sondage récent de l IFOP établit que 32 des personnes blanches disent avoir été victimes d agressions
racistes au cours des 12 derniers mois en France. Et on l a vu encore récemment avec le défenseur de l équipe de France, Lucas Digne, submergé d insultes racistes après l élimination des Bleus en demi finale de la Coupe du Monde, simplement parce qu il était à l origine du premier but encaissé.
En réalité, le racisme anti blanc est un phénomène massif et complètement occulté. Le journaliste François Bousquet, qui sera reçu sur ce plateau tout à l heure, a recueilli des dizaines de témoignages sur ce vieux tabou d un demi siècle.
Un tabou bien réel, mais que l on tait dans un silence assourdissant jusqu au plus haut sommet de l État. Bah oui, parce que le reconnaître, ce serait admettre que le roman du vivre ensemble ne tient pas debout, que les Blancs aussi peuvent être victimes de racisme. Ce déni n est d ailleurs pas franco français.
Au Royaume Uni, des milliers de jeunes filles blanches ont été exploitées sexuellement dans l affaire des Growing Gangs par des réseaux pakistanais dont l origine a aussi été soigneusement tue par peur des taxés de racisme. À Cologne, la nuit du 31 décembre 2015, des centaines de femmes violées et le même
réflexe du côté des autorités cachaient cette réalité que je ne saurais voir. Une réalité que la gauche va pourtant continuer à balayer d un revers de la main. Évidemment, parce que la gauche ne regarde jamais le monde tel qu il est, mais tel qu elle voudrait qu il soit. C est toute la différence avec une droite qui, elle, part du réel logiciel
du racisme systémique. Un porté des campus américains postule que le racisme ne circule que dans un sens. Des Blancs vers les autres, jamais. À l inverse, un dogme qui arrange bien la gauche en général et la France insoumise en particulier dont le fonds de commerce
électoral est les Français issus de l immigration extra européenne. Qu elle a besoin de convaincre qu ils sont des victimes du racisme systémique venu des Blancs, reconnaître que ce racisme là peut aussi frapper dans l autre sens, fissurer tout ce récit.
Alors on préfère l ignorer, quitte à expédier les Français de souche qui, de toute façon, dans la tête de la France insoumise, sont perdus, qui de toute façon votent Marine Le Pen d un tout blanc, tout moche, comme l a fait Jean Luc Mélenchon. Mais les Français, eux, n ont pas besoin de cette grille de lecture idéologique pour voir ce qu il
se passe sous leurs yeux. Un sondage de CSA pour CNews Europe 1 et le JDD montre que près de 70 d entre eux reconnaissent l existence du racisme anti blanc contre un establishment politico médiatique qui persiste à regarder ailleurs et dont Thomas Pierrotto aura payé le prix fort.