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Obesity Trends and Dietary Changes

Olhe para esta piscina,

Julho, final dos anos 1970, e quase todos nela são magros.

Nem atletas, nem de dieta, apenas pessoas

que nunca contaram uma caloria na vida.

Naquela época, um em cada seis adultos americanos era obeso,

e esse número se manteve estável por décadas.

Por volta de 1980, começou a subir,

e nunca mais caiu.

Hoje, são mais de quatro em cada dez,

quase o triplo em uma única vida.

Mesmo país, mesmos genes.

Rápido demais para culpar a biologia,

generalizado demais para culpar a força de vontade.

Ninguém planejou engordar um país.

Algumas decisões silenciosas fizeram isso de qualquer forma,

sete delas, cada uma ativada por alguém com um motivo,

e nenhuma delas jamais anunciada.

Contamos parte dessa história em um vídeo anterior,

aquele sobre o açúcar e o prato de jantar que encolheu.

Este é o resto.

Vamos contar as sete.

O primeiro está na panela no fogão da sua mãe.

Um, a gordura.

Por milhares de anos, os americanos cozinharam em gordura animal,

manteiga, banha, sebo de boi.

Em 1911, a Procter & Gamble pegou óleo de semente de algodão,

um subproduto das fábricas de algodão,

endureceu-o em um sólido que se passava por banha,

e o vendeu como Crisco,

com livros de receitas gratuitos que o exigiam em todas as receitas.

As vendas subiram de 2,6 milhões de libras em 1912

para 60 milhões em 1916.

A banha saiu de moda, depois ganhou escala.

Ao longo do século seguinte, o óleo de soja na dieta média

aumentou mais de mil vezes.

Os óleos de sementes hoje fornecem quase um quinto das calorias americanas.

Barato, durável, quase sem sabor,

infiltrando-se em pães, molhos, biscoitos e em quase todas as fritadeiras de restaurantes.

O mesmo processo que endureceu o Crisco também criou as gorduras trans,

que a FDA considerou insegura em 2015 e retirou das prateleiras.

A gordura vendida para substituir a manteiga

tornou-se aquela que o governo baniu.

Se os óleos de sementes de hoje fazem mal ainda é debatido,

e vamos deixar isso em aberto.

A troca é a história.

A gordura no centro da cozinha foi

substituída em poucas gerações,

e quase ninguém percebeu.

Dois, o movimento.

Ninguém naquela piscina emagreceu na academia

porque quase ninguém frequentava uma.

O esforço fazia parte do dia a dia,

e foi eliminado de três lugares ao mesmo tempo.

No trabalho,

o trabalho médio hoje queima cerca de 140 calorias a menos

por dia do que em 1960,

quando quase metade dos empregos do setor privado eram fisicamente ativos.

Essa proporção caiu para um em cada cinco.

Em casa,

as pessoas passam cerca de sete horas por dia em frente a uma tela

e ficam sentadas de seis a oito,

e a infância foi o que mais mudou.

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Original transcript (English)

Look at this pool, July, late 1970s, and almost everyone in it is slim. Not athletes, not dieters, just people who never counted a calorie in their lives. Back then, one in six American adults was obese,

and that number had held steady for decades. Around 1980, it began to climb, and it never came back down. Today, it's more than four in 10, nearly triple in a single lifetime.

Same country, same genes. Too fast to pin on biology, too widespread to pin on willpower. Nobody set out to make a country fat. A handful of quiet decisions did it anyway,

seven of them, each switched on by someone with a reason, and none ever announced. We told part of this story in an earlier video, the one about the sugar and the shrinking dinner plate. This is the rest of it.

We'll count all seven. The first is in the pan on your mother's stove. One, the fat. For thousands of years, Americans cooked in animal fat, butter, lard, beef tallow.

In 1911, Procter & Gamble took cottonseed oil, a waste product from the cotton mills, hardened it into a solid that passed for lard, and sold it as Crisco, with free cookbooks that called for it in every recipe.

Sales climbed from 2.6 million pounds in 1912 to 60 million by 1916. Lard fell out of fashion, then it scaled. Over the next century, the soybean oil in the average diet rose more than a thousandfold.

Seed oils now supply close to a fifth of American galleries. Cheap, long-lasting, nearly tasteless, slipping into bread, dressing, crackers, and almost every restaurant fryer. The same process that hardened Crisco also made trans fats, which the FDA ruled unsafe in 2015 and pulled from shelves.

The fat sold to replace butter became the one the government banned. Whether today's seed oils harm you is still argued, and we'll leave that open. The swap is the story.

The fat at the center of the kitchen got traded out in a few generations, and almost nobody noticed. Two, the movement. Nobody at that pool got slim at the gym

because almost nobody belonged to one. The effort was built into the day, and it got stripped out of three places at once. At work, the average job now burns about 140 fewer calories

a day than in 1960, when nearly half of private sector jobs were physically active. That share is down to one in five. At home, people spend about seven hours a day on a screen

and sit for six to eight, and childhood changed most of all.

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