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Analysis of Rudolf Hess and Nuremberg Trials
Os americanos entraram com toda a sua autojustificação moralista e
montaram o julgamento de Nuremberg para levar os criminosos de guerra nazistas a julgamento,
e investigaram todos os criminosos, e Rudolf Hess estava entre eles.
E enviaram um tenente do Exército americano chamado Eric Lippmann, que era
provavelmente judeu,
porque depois mora na Flórida.
Enviaram Lippmann à casa de Rudolf Hess, a casa da família, para procurar provas
de que ele era criminoso.
Todos os arquivos de Rudolf Hess na casa da família em Hindelang, na Baviera, e Eric
Lippmann passou um dia inteiro examinando eles, e escreveu uma carta ao principal
promotor americano em Nuremberg, que eu tenho,
porque escrevi um livro sobre os
julgamentos de Nuremberg chamado Nuremberg, The Last Battle.
E o juiz Robert H. Jackson, que era o principal promotor americano,
um homem muito bom, aliás. Ele é um dos meus heróis.
Muita gente não gosta de Jackson, mas acho que ele tinha a ambição
de que
se podia acabar com as guerras por meio da lei. Lippmann escreveu uma carta em resposta a Jackson
dizendo: Analisei os arquivos de Rudolf Hess na
casa dele, e ele era um ótimo
sujeito. Não devíamos processá-lo. Ele era um sujeito decente.
As pessoas lhe escreviam com queixas, e ele tomava providências em todos os
casos.
Ele não era corrupto. Não era brutal.
Ele deixou a Alemanha antes de os crimes começarem. Não devíamos levá-lo a julgamento.
Uma carta bastante interessante, na visão de Rudolf Hess,
o vice de Hitler.
E o filho de Hess, Wolf, disse: Sr. Irving, o que acharia de ler tudo do meu pai
documentos? Eu não sabia deles. Eu disse, documentos do seu pai?
Onde estão? E ele disse, minha mãe os tem no quarto dela.
A mulher de Rudolf Hess, Ilse, certamente estava lá naquela época, quando
fui àquela casa, Hess disse, vou lhe dizer o que faremos.
Temos um quarto de hóspedes no andar de baixo.
Vou acomodá-lo lá por algumas semanas e passarei todos os dias dois ou
três daqueles fichários para o seu quarto, e você poderá lê-los.
Eu disse, Wolf, vou além. Vou listar o conteúdo deles para você.
Vou fazer um inventário do conteúdo dos documentos de Hess.
E eu fiz cerca de 80 ou 90% daqueles arquivos nas duas semanas em que
estive lá.
As pessoas dizem, bem, onde estão esses arquivos agora? Porque Hess está morto.
A mãe dele está morta.
Vou dizer onde eles estão agora. Estão nos arquivos do governo, não nos
arquivos do governo alemão. Estão nos arquivos do governo suíço.
O filho de Rudolf Hess entregou os documentos da família ao governo suíço
para guardá-los, e agora eles estão disponíveis nos arquivos do
governo
em Berna, na Suíça, porque ele não confiava no governo alemão.
E ele provavelmente não está errado. Quando se pensa no que o governo alemão
E ele provavelmente não está errado. Quando se pensa no que o governo alemão
fez ao
túmulo da família Hess, a sepultura inteira, toda a família,
Rudolf Hess, a esposa, os filhos, todos, os túmulos foram desenterrados,
e
foram totalmente destruídos. Os restos foram cremados.
As cinzas foram espalhadas pelo campo.
Rudolf Hess, durante sua ascensão ao cargo de
vice-Führer,
Rudolf Hess era basicamente um homem muito decente.
Todos os alemães reconheciam isso. Se tinham algum problema com os nazistas,
o nazista local,
o prefeito nazista local ou o chefe de polícia nazista local, então escreviam a Rudolf Hess e
reclamavam, e ele tomava providências. Tomava medidas contra
essas más condutas. Não digo isso
só por dizer.
De fato, depois que a guerra acabou, depois que a terrível tragédia da Segunda Guerra Mundial
foi
encerrada.
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Original transcript (English)
The Americans moved in with all their righteous self-justification and set up the Nuremberg trial to put the Nazi war criminals on trial, and they investigated all the criminals, and Rudolf Hess was among them. And they sent an American army lieutenant called Eric Lippmann, who was probably Jewish,
because he lives in Florida afterwards. They sent Lippmann to Rudolf Hess's house, the family house, to look for evidence that he was a criminal. All the Rudolf Hess files in the family house in Hindelang in Bavaria, and Eric Lippmann spent a whole day going through them, and he wrote a letter to the chief
American prosecutor in Nuremberg, which I've got, because I wrote a book on the Nuremberg trials called Nuremberg, The Last Battle. And Justice Robert H. Jackson, who was the American chief prosecutor, a very fine man, in fact. He's one of my heroes.
A lot of people don't like Jackson, but I think he set out with the ambition that you could end wars by law. Lippmann wrote a letter back to Jackson saying, I've gone through the Rudolf Hess files in his house, and he was a fine
guy. We shouldn't be prosecuting him. He was a decent guy. People wrote to him with complaints, and he acted on the complaints in every case. He wasn't corrupt. He wasn't brutal. He left Germany before the crimes began. We shouldn't be putting him on trial.
Quite an interesting letter, as seen by Rudolf Hess, the deputy of Hitler. And Hess's son, Wolf, said, Mr. Irving, how would you like to read all my father's papers? I didn't know about them. I said, your father's papers? Where are they? And he said, my mother's got them up in her room.
Rudolf Hess's wife, Ilse, was certainly at that time, when I went to that house, Hess said, I'll tell you what we'll do. We've got a guest room downstairs. I'll install you there for a couple of weeks, and I will smuggle every day two or three of those ring binders into your room, and you can read them.
I said, Wolf, I will go one stage further. I will list their contents for you. I will write an inventory of the contents of the Hess papers. And I did about 80 or 90% of those files in the two weeks I was there. People say, well, where are those files now? Because Hess is dead.
His mother's dead. I'll tell you where they are now. They're in a government archives, not the German government archives. They're in the Swiss government archives. Rudolf Hess, his son, gave the family papers to the Swiss government to look after, and they're now available in the Swiss
government archives in Bern in Switzerland, because he didn't trust the German government. And he's probably not wrong. When you think what the German government did to the
Hess family grave, the entire gravesite, the whole family, Rudolf Hess, his wife, the sons, everybody, the graves have been dug up, and they have been totally destroyed. The contents have been cremated. The ashes scattered across the countryside.
Rudolf Hess, throughout his rise to the position of deputy Führer, Rudolf Hess was basically a very decent man. All the Germans recognized this. If they had a beef with the Nazis, the local Nazi
mayor or the local Nazi police chief, then they would write to Rudolf Hess and complain, and he would act on it. He would take steps to act on these malfeasances. I'm not just saying this, that I'm saying this. In fact, after the war was over, after the ghastly tragedy of World War II
was finished.