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Critique of Medical Education on Health

Seria de pensar que o sistema de saúde الأمريكي e o nosso governo

estariam clamando para resolver a saúde metabólica

e reduzir o sofrimento e os custos dos americanos,

mas não estão.

Eles permanecem ensurdecedoramente em silêncio sobre a disfunção metabólica

e suas causas conhecidas.

Não é exagero dizer

que praticamente não aprendi nada na Faculdade de Medicina de Stanford

Medical School

sobre as dezenas de milhares de artigos científicos que

elucidam essas causas fundamentais de por que a saúde dos americanos está despencando e como

fatores ambientais estão causando isso.

Por exemplo, na faculdade de medicina, não aprendi que, para cada porção adicional

de alimento ultraprocessado que comemos, a mortalidade precoce aumenta

de alimento ultraprocessado que comemos, a mortalidade precoce aumenta

em dezoito por cento. Isso agora corresponde a sessenta a sete por cento

dos

alimentos que nossas crianças comem. Não tive nenhuma formação em nutrição

disciplinas na faculdade de medicina.

Não aprendi que oitenta e dois por cento dos estudos financiados de forma independente

mostram danos causados por alimentos processados, enquanto noventa e três

por cento dos estudos patrocinados pela indústria não mostram danos.

Na faculdade de medicina, não aprendi que noventa e cinco por cento das pessoas que

elaboraram as recentes diretrizes alimentares do USDA para os Estados Unidos tinham conflitos significativos de

interesse com a indústria alimentícia. Não aprendi que um

bilhão de libras de pesticidas sintéticos são pulverizados sobre nossos

alimentos todos os anos. Noventa e nove vírgula— noventa e nove por cento

das terras agrícolas dos Estados Unidos

são pulverizadas com pesticidas sintéticos, muitos vindos da China e da Alemanha,

e essas substâncias químicas invisíveis, sem sabor, estão fortemente associadas

ao autismo, TDAH, desregulação dos hormônios sexuais, tireoide

doenças, disfunção espermática, Alzheimer, demência, defeitos congênitos,

câncer, obesidade, disfunção hepática, dis-- disfunção hepática, infertilidade feminina,

e muito mais, tudo por prejudicar nossa saúde metabólica.

Não aprendi que os oito bilhões

de toneladas de plástico produzidos apenas nos

últimos cem anos, o plástico só foi introduzido há--

i-inventado há cerca de cem

anos, estão sendo decompostas em microplásticos

que agora

estão contaminando nossos alimentos, nossa água, e agora até os inalamos no nosso

ar.

E que pesquisas muito recentes, dos últimos dois meses, nos dizem

que agora

cerca de zero vírgula cinco por cento do peso dos nossos cérebros agora é plástico.

Não aprendi que existem mais de oitenta mil toxinas

que foram introduzidas

em nossos alimentos, água, ar e casas pela indústria, muitas das quais

são proibidos na Europa,

e são conhecidos por alterar nossa expressão genética, alterar

a composição do nosso microbioma e o revestimento do nosso intestino, e desregular

nossos hormônios.

Não aprendi que metais pesados com al-- como alumínio e chumbo estão presentes em

nossa comida, nossas fórmulas infantis, produtos de cuidados pessoais, nosso solo,

e em muitos dos

medicamentos obrigatórios, como vacinas, e que esses metais

são neurotóxicos

e inflamatórios.

Não aprendi que o americano médio caminha meros três mil e quinhentos passos

por dia, embora saibamos, com base na ciência

e em importantes periódicos,

que caminhar— simplesmente caminhar sete mil passos por dia

reduz em quarenta a sessenta por cento nosso risco de Alzheimer, demência, diabetes tipo dois,

câncer e obesidade.

Certamente não aprendi que erro médico

e os medicamentos são a terceira principal causa de morte nos

Estados Unidos.

Não aprendi que apenas cinco noites de privação de sono podem induzir

pré-diabetes em estágio avançado. Não aprendi nada sobre sono, e

estamos dormindo, em média, cerca de vinte por cento menos do que há cem

anos.

Não aprendi que as crianças americanas passam menos tempo ao ar livre hoje do que

um prisioneiro de segurança máxima.

E, em média, os adultos passam noventa e três por cento do seu

tempo

em ambientes fechados, embora saibamos pela ciência que

a separação da luz solar destrói nossa biologia

circadiana, e a biologia circadiana determina nossa

biologia

celular.

Não aprendi que as organizações profissionais das quais recebemos nossas

diretrizes de prática, como a Associação Americana de Diabetes

e a Academia Americana de

A pediatria recebeu dezenas de milhões de dólares

da Coca-Cola, Cadbury,

empresas de alimentos processados e fabricantes de vacinas como a Moderna.

Não aprendi que, se abordarmos essas causas fundamentais

que levam todas

à disfunção metabólica e ajudarmos os pacientes a mudar sua alimentação

e seus hábitos de vida

com uma voz unida e forte,

poderíamos reverter a crise das doenças crônicas nos Estados Unidos, salvar

milhões de vidas e trilhões de dólares em gastos anuais

com saúde.

Em vez disso, os médicos

estão aprendendo

que o corpo é composto por cem partes separadas,

e aprendemos a medicar, aprendemos a operar

e aprendemos a cobrar.

Vou encerrar dizendo que o que estamos enfrentando

aqui é muito mais do que uma crise

de saúde física.

Esta é uma crise espiritual.

Nós

Estamos escolhendo a morte em vez da

luz. Estamos esco-- Estamos escolhendo a morte em vez da

vida.

Estamos escolhendo a escuridão em vez da luz para

as pessoas e o planeta, que estão intrinsecamente ligados.

Estamos escolhendo acreditar erroneamente que estamos separados da

natureza e que podemos continuar a envenenar

a natureza e depois superá-la pela esperteza.

Nossa saída será um respeito renovado

pelo milagre da vida e um respeito renovado pela

natureza.

Podemos restaurar rapidamente a saúde dos americanos com

políticas inteligentes e liderança corajosa.

Precisamos recuperar a coragem.

Precisamos recuperar o bom senso e a

intuição.

Precisamos recuperar o assombro pela pura

natureza milagrosa de nossas vidas. Precisamos

de todos a postos. Obrigado.

End of transcript · 920 words · machine translated

Original transcript (English)

You would think that the American healthcare system and our government agencies would be clamoring to fix metabolic health and reduce American suffering and costs, but they're not. They are deafeningly silent about metabolic

dysfunction and its known causes. It's not an overstatement to say that I learned virtually nothing at Stanford Medical School about the tens of thousands of scientific papers that

elucidate these root causes of why American health is plummeting and how environmental factors are causing it. For instance, in medical school, I did not learn that for each additional serving of ultra-processed food we eat, early mortality increases

by eighteen percent. This now makes up sixty to seven percent of the foods our kids are eating. I took zero nutrition courses in medical school. I didn't learn that eighty-two percent of independently funded

studies show harm from processed food, while ninety-three percent of industry-sponsored studies reflect no harm. In medical school, I didn't learn that ninety-five percent of the people who created the recent USDA food guidelines for America had significant conflicts of interest with the food industry. I did not learn that one

billion pounds of synthetic pesticides are being sprayed on our food every single year. Ninety-nine point-- Ninety-nine percent of the farmland in the United States is sprayed with synthetic pesticides, many from China and Germany, and these invisible, tasteless chemicals are strongly linked

to autism, ADHD, sex hormone disruption, thyroid disease, sperm dysfunction, Alzheimer's, dementia, birth defects, cancer, obesity, liver dysfunction, dis-- liver dysfunction, female infertility, and more, all by hurting our metabolic health. I did not learn that the eight billion

tons of plastic that have been produced just in the last hundred years, plastic was only introduced about-- i-invented about a hundred years ago, are being broken down into microplastics that are now

filling our food, our water, and we are now even inhaling them in our air. And that very recent research from just the past couple of months tells us that now about point five percent of our brains by weight are now plastic.

I didn't learn that there are more than eighty thousand toxins that have entered our food, water, air, and homes by industry, many of which are banned in Europe, and they are known to alter our gene expression, alter

our microbiome composition and the lining of our gut, and disrupt our hormones. I didn't learn that heavy metals with al-- like aluminum and lead are present in our food, our baby formula, personal care products, our soil, and many of the

mandated medications like vaccines, and that these metals are neurotoxic and inflammatory. I didn't learn that the average American walks a paltry thirty-five hundred steps per day, even though we know based on science

and top journals that walking-- simply walking seven thousand steps a day slashes by forty to sixty percent our risk of Alzheimer's, dementia, type two diabetes, cancer, and obesity. I certainly did not learn that medical error

and medications are the third leading cause of death in the United States. I didn't learn that just five nights of sleep deprivation can induce full-blown prediabetes. I learned nothing about sleep, and we're getting about twenty percent less sleep on average than we were a hundred

years ago. I didn't learn that American children are getting less time outdoors now than a maximum security prisoner. And on average, adults spend ninety-three percent of their time

indoors even though we know from the science that separation from sunlight destroys our circadian biology, and circadian biology dictates our cellular biology.

I didn't learn that professional organizations that we get our practice guideline from, like the American Diabetes Association and American Academy of Pediatrics, have taken tens of millions of dollars from Coke, Cadbury,

processed food companies, and vaccine manufacturers like Moderna. I didn't learn that if we address these root causes that all lead to metabolic dysfunction and help patients change their food and lifestyle

patterns with united strong voice, we could reverse the chronic disease crisis in America, save millions of lives and trillions of dollars in healthcare costs per year. Instead, doctors

are learning that the body is a hundred separate parts, and we learn how to drug, we learn how to cut, and we learn how to bill. I'll close by saying that what we are dealing with

here is so much more than a physical health crisis. This is a spiritual crisis. We We are choosing death over

light. We are ch-- We are choosing death over life. We are choosing darkness over light for people and the planet, which are inextricably linked. We are choosing to erroneously believe that we are separate from

nature and that we can continue to poison nature and then outsmart it. Our path out will be a renewed respect for the miracle of life and a renewed respect for nature.

We can restore health to Americans rapidly with smart policy and courageous leadership. We need a return to courage. We need a return to common sense and intuition.

We need a return to awe for the sheer miraculousness of our lives. We need all hands on deck. Thank you.

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