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No início da nossa história nacional, a América fez uma aliança com o céu.
De que todas as pessoas nascem com direitos
que nenhum rei pode conceder,
que nenhum império pode revogar
e que nenhum governo pode jamais possuir legitimamente.
Mas, lenta e silenciosamente,
nossos líderes trocaram essa aliança.
Pedaço por pedaço.
Setor por setor.
Geração após geração.
E o povo americano,
os verdadeiros guardiões desta nação,
carregou esse peso.
Ao redor do mundo, nações que abandonaram a fé,
a família e a soberania
agora tremem diante do próprio desmoronamento.
Neste momento, uma nova doutrina emerge.
Não nova em princípio.
Não nova em moralidade.
Mas antiga, sagrada, inconfundivelmente americana.
Uma doutrina que declara: a América servirá primeiro ao seu próprio povo.
Os trabalhadores americanos serão honrados, não descartados.
As famílias americanas serão fortalecidas, não substituídas.
Queremos uma nação que valorize o seu passado,
proteja suas famílias,
empregue seus cidadãos
e acredite que os melhores dias ainda virão.
Uma América forte não ameaça o mundo, ela o estabiliza.
Porque a paz não vem da fraqueza,
mas da clareza, da identidade e da verdade.
Esta doutrina não é uma arma.
É uma restauração, uma lembrança,
um retorno à aliança que tornou esta nação livre.
Pois nossos direitos não vêm do governo,
não vêm de tratados, não vêm de elites,
mas daquele que formou todas as coisas.
Uma nação que se lembra de Deus,
Deus se lembra dessa nação.
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Original transcript (English)
In the beginning of our national story, America made a covenant with heaven. That all people are born with rights, no king can grant, no empire can revoke, and no government can ever rightfully own.
But, slowly, quietly, our leaders traded that covenant away. Piece by piece. Industry by industry. Generation by generation.
And the American people, the true stewards of this nation, bore the weight. Across the world, nations that abandoned faith, family, and sovereignty
now tremble under their own unraveling. Into this moment, a new doctrine emerges. Not new in principle. Not new in morality. But ancient, sacred, unmistakably American.
A doctrine that declares: America will serve her own people first. American workers will be honored, not discarded. American families will be strengthened, not replaced. We want a nation that cherishes its past, protects its families,
employs its citizens, and believes the best days are still ahead. A strong America does not threaten the world, it stabilizes it. Because peace comes not from weakness, but from clarity, identity, and truth.
This doctrine is not a weapon. It is a restoration, a remembering, a returning to the covenant that made this nation free. For our rights come not from government, not from treaties, not from elites,
but from the one who formed all things. A nation that remembers God, God remembers that nation.