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Hoy estoy muy triste, gobernador, estoy muy triste, senadores.
Hoy es un día decepcionante para mí, les voy a decir, estoy muy triste
hoy con la noticia de que el secretario de los Estados Unidos de América del Norte, un tal
de Marco Rubio, dijo que los Estados Unidos, dijo que nuestros criminales de aquí son terroristas
y que los estadounidenses pueden hacer una intervención.
¿Por qué estoy triste?
Primero porque ese tal Comando Vermelho, ese tal PCC, ellos son terroristas para
las comunidades brasileñas, para la sociedad brasileña, para la gente de la periferia de este
país ellos son terroristas, porque molestan a las familias, molestan al barrio, ellos
molestan a la ciudad, roban todo a lo que el pueblo tiene derecho, el derecho del pueblo a vivir libremente.
Entonces ellos son terroristas y los vamos a combatir aquí dentro.
Nosotros aprobamos una ley antifacciones y aprobamos la ley para combatir el crimen organizado y vamos
a combatir.
Ellos no son el terrorista que Trump quiere, Trump quiere a Rosano Bin Laden, que es no
sé quién, y nosotros queremos al terrorista brasileño que está allá, porque sabe que
las armas importadas que son contrabandeadas a Brasil vienen de Estados Unidos, vienen
de allá las armas.
La Policía Federal le entregó un documento a Trump, Brasil está dispuesto a trabajar
para combatir el crimen organizado y vamos a empezar por su estado de Delaware, que tiene lavado
de dinero de brasileños.
Vamos a empezar por ahí, vamos a empezar por entregar a Ramage, que está condenado a 16
años y está escondido allá.
Vamos, vamos a empezar entregando al mayor contrabandista de combustible de este país, Claudio Magro,
a Ricardo Magro, a quien la Policía Federal y la Hacienda le decomisaron 250 millones en combustibles
contrabandeados, que fueron entregados a Petrobras, y él está viviendo en Miami.
Le entregué a Trump su nombre y la fotografía de su casa. ¿Quiere combatir el crimen
organizado?
Entrégueme a los nuestros que están allá en los Estados Unidos.
No aceptamos ser tratados como niños, no aceptamos ser tratados como si fuéramos
una republiqueta.
Estuve tres horas con el presidente Trump, tres horas con él, le entregué cuatro documentos
a ellos, uno de ellos era sobre el combate al crimen organizado.
El señor Marco Rubio no estaba allí, posiblemente porque estuviera preparado para ayudar
un hijo de un bolsonarista, que es candidato a la elección aquí en este país, que no tiene
vergüenza en la cara de traicionar a nuestra patria y en los Estados Unidos pedir intervención
americana en Brasil.
No hay traidor, ya que ese viejo Reis se avergonzaría si supiera que hay un candidato
a presidente que va a los Estados Unidos a pedir intervención americana en Brasil.
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Original transcript (Portuguese)
Hoje eu estou muito triste, governador, estou muito triste, senadores. Hoje é um dia para mim decepcionante, eu vou virar para vocês, eu estou muito triste hoje com a notícia de que o secretário dos Estados Unidos da América do Norte, um tal de Marco Rubio, disse que os Estados Unidos, disse que os nossos criminosos aqui são terroristas e que os americanos podem fazer intervenção.
Por que eu estou triste? Primeiro porque esse tal de Comando Vermelho, esse tal de PCC, eles são terroristas para as comunidades brasileiras, para a sociedade brasileira, para o povo da periferia desse país eles são terroristas, porque eles incomodam as famílias, eles incomodam o bairro, eles incomodam a cidade, eles roubam tudo que tem direito do povo, o direito do povo viver livremente.
Então eles são terroristas e nós vamos combater eles aqui dentro. Nós aprovamos uma lei antifacção e aprovamos a lei de combater o crime organizado e vamos combater. Eles não são o terrorista que o Trump quer, o Trump quer o Rosano Bin Laden que é não sei das quantas e nós queremos o terrorista brasileiro que está lá, porque sabe que
as armas importadas que são contrabandadas para o Brasil vêm dos Estados Unidos, vêm de lá as armas. A Polícia Federal entregou um documento para o Trump, o Brasil está disposto a trabalhar para combater o crime organizado e vamos começar pelo seu estado de Delaware que tem lavagem de dinheiro de brasileiros.
Vamos começar por aí, vamos começar por entregar o Ramage que está condenado a 16 anos e está escondido lá. Vamos, vamos começar entregando o maior contrabandista de combustível desse país, o Claudio Magro, o Ricardo Magro, que a Polícia Federal e a Receita prenderam 250 milhões de combustíveis dele contrabandeados, foi dado ao Petrobras e ele está morando em Miami.
Eu entreguei para o Trump o nome dele e a fotografia da casa dele, quer combater o crime organizado? Me entregue, os nossos que estão lá nos Estados Unidos. Nós não aceitamos ser tratado como moleque, nós não aceitamos ser tratado como se fosse uma republiqueta.
Eu estive três horas com o presidente Trump, três horas com ele, entreguei quatro documentos para eles, um deles era o combate ao crime organizado. Seu Marco Rubio não estava lá, possivelmente porque ele estivesse preparado para ajudar um filho de um bolsonarista, que é candidato à eleição aqui nesse país, que não tem vergonha na cara de trair a nossa pátria e nos Estados Unidos pedir intervenção
americana no Brasil. Não tem traidor, já que esse velho do Reis ficaria engonhado se soubesse que tem um candidato a presidente que vai nos Estados Unidos pedir intervenção americana no Brasil.