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Marriage Fraud Scheme Investigation
Alguns dos réus acusados atuaram como facilitadores que
orquestraram o esquema de fraude matrimonial unindo cidadãos estrangeiros
que buscavam sta-status migratório com cidadãos dos
Estados Unidos dispostos a participar e se envolver em um casamento
de fachada. Esses facilitadores empregavam
advogados, preparadores de impostos e celebrantes de casamento.
Alguns dos outros réus acusados atuaram como recrutadores,
encontrando e recrutando cidadãos norte-americanos para participar do esquema,
e outros réus atuaram como celebrantes,
oficializando dezenas desses supostos
casamentos falsos.
Agora, a forma como esse esquema supostamente funcionava
é que os facilitadores
usavam as redes sociais e outras formas de publicidade para promover
serviços de imigração fraudulentos a estrangeiros, principalmente da
China, e cidadãos chineses pagavam a esses
aos facilitadores até
100 mil dólares por assistência na
obtenção de um casamento, o que lhes permitia solicitar o
green
card.
Os facilitadores também pagavam a cidadãos americanos até 30 mil
dólares
para realizar o casamento de fachada com o cidadão estrangeiro.
Muitas vezes, após essas cerimônias falsas,
os réus encenavam fotos de famílias em restaurantes
para criar a aparência de um casamento legítimo,
e alguns dos réus também facilitaram casamentos de fachada
no exterior, na China.
Depois que os casamentos, hum, aconteciam, a cerimônia em si, os
casais recém-casados visitavam um escritório local ligado
ao esquema,
assinavam formulários para envio aos Serviços de Cidadania e Imigração
dos EUA e aprendiam sobre a entrevista do USCIS
o processo de solicitação do green card e depois assinar
acordos pré-nupciais que,
sem surpresa, diante da alegação de que eram casamentos de fachada,
renunciavam aos direitos sobre os bens do outro após a morte, pensão
alimentícia,
e outros direitos sobre bens conjugais.
Um acordo pré-nup-
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Original transcript (English)
Some of the charged defendants acted as facilitators who orchestrated the marriage fraud scheme pairing foreign nationals seeking immigration stat-status with United States citizens willing to participate and engage in a sham marriage. These facilitators employed
attorneys, tax preparers, and marriage officiants. Some of the other charged defendants acted as recruiters by finding and recruiting United States citizens to participate in the scheme, and other defendants acted as officiants, officiating dozens of these alleged
fake marriages. Now, the way that this scheme allegedly worked is the facilitators used social media and other forms of advertising to market fraudulent immigration services to foreign nationals, primarily from
China, and Chinese nationals would pay these facilitators as much as one hundred thousand dollars for assistance in obtaining a marriage, which then allowed them to apply for a green
card. The facilitators also paid willing US citizens as much as thirty thousand dollars to engage in the sham marriage with the foreign national. Now, often after these phony ceremonies,
defendants would stage images of families at restaurants to create the appearance of a legitimate wedding, and some of the defendants also facilitated sham marriages overseas in China. After the marriages, um, took place, the actual ceremony, the
then-married couples would visit a local office affiliated with the scheme, sign forms for submission to the US Citizen and Immigration Services, learn about the USCIS interview process to apply for a green card, and then execute
prenuptial agreements, which, not surprisingly given the allegation these were sham marriages, waived their rights to share in the other's estate upon death, child support, and other claims in marital property.
One prenuptial ag-