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The Last Soldier of World War II
Em 1974, um soldado japonês saiu de uma selva filipina
com um uniforme remendado de 30 anos, ainda carregando seu fuzil em funcionamento.
Ele esteve lutando na Segunda Guerra Mundial por 29 anos após o seu fim.
O tenente Hiroo Onoda era um oficial de inteligência enviado
para a Ilha de Lubang em dezembro de 1944 com ordens estritas.
Lute, nunca se renda e espere.
Nós voltaremos para buscar você.
Quando as forças americanas tomaram a ilha meses depois,
Onoda e três homens desapareceram nas colinas.
Então o Japão se rendeu.
Ninguém avisou a selva.
Folhetos choveram anunciando o fim da guerra.
Propaganda inimiga, decidiu Onoda.
Grupos de busca chamaram seu nome.
Uma armadilha.
Jornais japoneses foram lançados do ar.
Falsificações. Até cartas e fotos de sua própria família foram descartadas como falsas.
O Japão o declarou legalmente morto em 1959,
e ainda assim ele continuou atacando aldeias que acreditava serem posições inimigas.
Um de seus homens se rendeu em 1950.
Outro foi morto em 1954.
O último foi morto a tiros em 1972,
deixando Onoda para lutar a Segunda Guerra Mundial completamente sozinho.
Então veio o resgate mais estranho da história militar.
Em 1974, um japonês que abandonou a faculdade chamado Norio Suzuki partiu para viajar pelo mundo
procurando por, em suas palavras,
o Tenente Onoda,
um panda e o abominável homem das neves,
nessa ordem.
Ele encontrou Onoda em quatro dias.
Os dois se tornaram amigos.
Mas Onoda se recusou a falar. recuar sem ordens diretas de seu oficial comandante.
Então o Japão localizou o Major Yoshimi Taniguchi,
agora um livreiro idoso, e o levou de avião para a selva.
Em 9 de março de 1974,
Taniguchi parou diante de seu último soldado e cancelou formalmente uma ordem que emitira três décadas antes.
Onoda prestou continência,
chorou e entregou sua espada, seu fuzil,
e 500 cartuchos de munição cuidadosamente preservada.
Ele retornou ao Japão como uma sensação nacional,
um homem para quem todo o mundo moderno era notícia de última hora.
O soldado que não conseguia parar de lutar passou seus últimos anos administrando uma escola de sobrevivência,
ensinando as crianças a resistirem.
Ele morreu em 2014,
tendo cumprido uma ordem por 29 anos a mais do que a guerra que a originou.
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Original transcript (English)
In 1974, a Japanese soldier walked out of a Philippine jungle in a patched 30-year-old uniform, still carrying his working rifle. He had been fighting World War II for 29 years after it ended. Lieutenant Hiroo Onoda was an intelligence officer sent to Lubang Island in December 1944 with strict orders.
Fight on, never surrender, and wait. We will come back for you. When American forces took the island months later, Onoda and three men vanished into the hills. Then Japan surrendered.
Nobody told the jungle. Leaflets rained down announcing the war's end. Enemy propaganda, Onoda decided. Search parties called his name. A trap.
Japanese newspapers were airdropped. Fakes. Even letters and photographs from his own family were dismissed as forgeries. Japan declared him legally dead in 1959, and still he kept raiding villages he believed were enemy positions. One of his men surrendered in 1950.
Another was killed in 1954. The last was shot dead in 1972, leaving Onoda to fight the Second World War completely alone. Then came the strangest rescue in military history. In 1974, a Japanese college dropout named Norio Suzuki set off to travel the world
looking for, in his words, Lieutenant Onoda, a panda and the abominable snowman, in that order. He found Onoda in four days.
The two became friends. But Onoda refused to talk. stand down without direct orders from his commanding officer. So Japan tracked down Major Yoshimi Taniguchi, now an ageing bookseller, and flew him into the jungle. On March 9th, 1974,
Taniguchi stood before his last soldier and formally cancelled an order he had issued three decades earlier. Onoda saluted, wept, and handed over his sword, his rifle, and 500 rounds of carefully preserved ammunition. He returned to Japan a national sensation,
a man for whom the entire modern world was breaking news. The soldier who couldn't stop fighting spent his final years running a survival school, teaching children how to endure. He died in 2014, having kept one order for 29 years longer than the war it came from.