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O fio de cobre mata todo o mofo para sempre. Por que essa ciência é proibida?

Há um pedaço de fio de cobre em qualquer loja de ferragens agora que custa menos de cinco dólares.

Quando colocado perto de uma superfície exposta à umidade, ele mata todas as espécies de mofo com que entra em contato e impede

a proliferação permanentemente. Não por semanas. Não por meses. Permanentemente. A Agência de Proteção Ambiental

dos Estados Unidos, EPA, confirmou isso. A EPA registrou o cobre como o primeiro e único

material de superfície sólida da história com alegações de saúde pública antimicrobianas certificadas. 275 diferentes

ligas de cobre passaram por seus protocolos de teste mais rigorosos. Cada uma delas matou 99,9% de

organismos perigosos dentro de duas horas de contato. O aço inoxidável, o material usado em quase todo

prédio moderno, não matou nada. 0% após 28 dias seguidos.

E aqui está a parte que deve fazer você parar tudo.

Esta ciência não é nova. Não é recente. Tem mais de 4.000 anos. E tem sido lenta e

sistematicamente substituída por uma indústria que precisa que você continue comprando frascos todo santo mês

para sempre. Esta é a história do fungicida natural mais poderoso da Terra,

e por que uma indústria de 2,2 bilhões de dólares precisa que você nunca saiba como ele funciona.

Neste exato momento, 45 milhões de prédios nos Estados Unidos têm níveis prejudiciais de mofo crescendo

dentro das paredes. Esse número vem de uma pesquisa revisada por pares publicada na revista científica

Indoor Air, de Mudari e Fiske. Esses mesmos pesquisadores descobriram que 21% de todos os casos de asma

nos Estados Unidos são causados diretamente pela exposição ao mofo e à umidade dentro de casa.

Não alergias sazonais. Não sensibilidade temporária. O tipo de asma que coloca as crianças na

sala de emergência todos os anos. Tanto o CDC quanto a Organização Mundial da Saúde confirmam essas descobertas.

Morar em um edifício com mofo aumenta de forma mensurável o seu risco de desenvolver doenças respiratórias.

E a verdadeira resposta não está atrás de uma caixa registradora. Ela está dentro das paredes

de qualquer edifício que ainda tenha encanamento de cobre. O próprio elemento vem combatendo o mofo por

toda a sua vida. E ninguém lhe disse que ele poderia fazer isso em todos os outros lugares também.

Este vídeo é apenas o começo do que a indústria da limpeza enterrou.

Vamos voltar juntos a 1882, aos vinhedos de Bordeaux, na França. Um botânico francês chamado

Pierre-Marie Alexis Millardet está caminhando por um vinhedo que está sendo destruído.

Uma praga fúngica chamada míldio tem devastado as videiras francesas desde a década de 1870.

Toda a indústria do vinho está colapsando e os produtores estão desesperados. Millardet está estudando

a doença quando nota algo que o faz parar de caminhar. As videiras mais próximas da estrada

estão completamente saudáveis. Todas as outras videiras no campo estão infectadas, morrendo, cobertas por um crescimento fúngico

branco, mas as mais próximas da estrada estão verdes, viçosas, intactas. Ele investiga.

Um gerente de vinhedo chamado Ernest David explica que eles vinham borrifando aquelas videiras à beira da estrada

com uma mistura de sulfato de cobre e cal, não para combater a doença, mas para dar às uvas um gosto

amargas e com aparência feia para que as pessoas que passavam parassem de roubá-las. O cobre vinha matando

o fungo o tempo todo e ninguém tinha sequer essa intenção. Millardet passou os três anos seguintes

realizando testes formais no Chateau d'Auxerre. Em 1885, ele publicou suas descobertas e anunciou ao

mundo que tinha descoberto uma cura para o míldio que estava destruindo a França. A mistura

ficou conhecida como calda bordalesa. Tornou-se o primeiro fungicida usado em escala comercial,

em qualquer parte da Terra. E aqui está a parte que toda história da agricultura pula.

A calda bordalesa funcionou tão bem que não apenas salvou o vinho francês, salvou a produção de batata

irlandesa da praga, salvou plantações de banana em toda a América Latina, salvou pomares em todos os

continente. Um simples composto de cobre tornou-se a descoberta mais importante na história

da proteção de alimentos contra a destruição fúngica. 140 anos depois, ainda é usado hoje na agricultura

orgânica em todo o mundo. Mas Millardet não estava nem perto de ser a primeira pessoa a entender

o que o cobre faz aos fungos. Os egípcios documentaram o cobre como um agente de esterilização

por volta de 2400 a.C. num texto médico chamado Papiro de Smith. Eles usavam o cobre para purificar a água

potável e para tratar feridas infectadas há mais de 4.000 anos. Na Grécia Antiga, Hipócrates receitava

água infundida com cobre para infecções respiratórias e doenças digestivas. A realeza persa transportava

água em recipientes de cobre durante jornadas pelo deserto porque ela permanecia fresca e pura.

Na Índia, a medicina ayurvédica armazena água potável há muito tempo.

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Original transcript (English)

1. Copper wire kills all mold forever. Why is this science forbidden? There is a piece of copper wire sitting in any hardware store right now that costs less than $5. When placed near a surface exposed to moisture, it kills every mold species it contacts and stops regrowth permanently. Not for weeks. Not for months. Permanently. The United States Environmental Protection Agency, EPA, confirmed it. The EPA registered copper as the first and only solid

surface material in history with certified antimicrobial public health claims. 275 different copper alloys passed their most rigorous testing protocols. Every single one killed 99.9% of dangerous organisms within two hours of contact. Stainless steel, the material used in almost every modern building, killed nothing. 0% after 28 straight days. And here is the part that should make you stop everything.

This science is not new. It is not recent. It is over 4,000 years old. And it has been slowly and systematically replaced by an industry that needs you to keep buying bottles every single month forever. This is the story of the most powerful natural fungicide on earth, and why a $2.2 billion industry needs you to never learn how it works. Right now, 45 million buildings in the United States have unhealthy levels of mold growing

inside the walls. That number comes from peer-reviewed research published in the journal Indoor Air by Mudari and Fiske. Those same researchers found that 21% of all asthma cases in America are directly caused by mold and dampness exposure inside the home. Not seasonal allergies. Not temporary sensitivity. The kind of asthma that puts children in the emergency room every year. CDC and the World Health Organization both confirm these findings.

Living in a building with mold measurably increases your risk of developing respiratory disease. And the real answer is not sitting behind a cash register. It is sitting inside the walls of any building that still has copper plumbing. The element itself has been fighting mold for your entire life. And no one told you it could do it everywhere else too. This video is only the beginning of what the cleaning industry buried.

Let us go back together to 1882, the vineyards of Bordeaux, France. A French botanist named Pierre-Marie Alexis Millardet, is walking through a vineyard that is being destroyed. A fungal plague called Downy Mildew has been devastating French grapevines since the 1870s. The entire wine industry is collapsing and growers are desperate. Millardet is studying the disease when he notices something that makes him stop walking. The vines closest to the road

are completely healthy. Every other vine in the field is infected, dying, covered in white fungal growth, but the ones nearest the road are green, thriving, untouched. He investigates. A vineyard manager named Ernest David explains that they had been spraying those roadside vines with a mixture of copper sulfate and lime, not to fight disease, but to make the grapes taste bitter and look ugly so that people walking past would stop stealing them. Copper had been killing

the fungus the entire time and no one had even intended it. Millardet spent the next three years running formal trials at Chateau d'Auxerre. By 1885, he published his findings and announced to the world that he had discovered a cure for the mildew that was destroying France. The mixture became known as Bordeaux mixture. It became the first fungicide ever used at commercial scale, anywhere on earth. And here is the part that every history of agriculture skips.

Bordeaux mixture worked so well that it did not just save French wine, it saved the Irish potato crop from blight, it saved banana plantations across Latin America, it saved orchards on every continent. A simple copper compound became the single most important discovery in the history of protecting food from fungal destruction. 140 years later, it is still used today in organic farming around the world. But Millardet was not even close to being the first person to understand

what copper does to fungus. The Egyptians documented copper as a sterilization agent around 2400 BC in a medical text called the Smith Papyrus. They used copper to purify drinking water and to treat infected wounds over 4,000 years ago. In ancient Greece, Hippocrates prescribed copper-infused water for respiratory infections and digestive illness. Persian royalty carried water in copper vessels across desert journeys because it stayed fresh and pure.

In India, Ayurvedic medicine has stored drinking water for a long time.

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