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Emotional Speech to Brazilian Football Team
First, we must remind each of us here of Chef Wallace's speech, that things are going unnoticed.
Wallace, the chef, stood up on the chair with his eyes welling up with tears, moved to come cook for the Brazilian National Team.
To be the cook for the Brazilian National Team, because he had a dream of being a soccer player that he didn't achieve,
and for him to be close by, he didn't have the opportunity to wear the jersey, no, he cooks for the Brazilian National Team,
for him, it's what the public liked. We can't forget that, because we also represent that dream,
responsibility also for that dream. And the other thing, that we, of course, keep thinking that things are normal,
and things aren't normal. You know what? I'm going to remind everyone here of a little something, I remember now,
when I was younger, when I went to the World Cup. I'm sure you remember,
I won't let you forget, because in difficult times, we suffer, and then the good things come,
and we stop remembering that. That's what makes this moment here special. Remember, Rafinha, at the World Cup,
when you were hugging me, when we were devastated because we lost the game,
I didn't know how many more opportunities we would have to wear this jersey.
This day is special, brother. This day is special. Biri, where's Biri?
Biro, okay.
Brother, with you I'll go even further. I remember they said you wouldn't play for Flamengo,
You're now at Real Madrid, in the Brazilian national team, you have an opportunity.
Bruno, I remember Bruno, Bruno Guimarães's frustration at not getting into the game at the World Cup,
he was frustrated at not being able to help. Brother, you're the main man in midfield now,
you're the one who has to make this game tick now.
It's not normal to wear this shirt, guys. It's not normal.
Is it a responsibility? It is.
Is it pressure? It is, but it's a privilege, my friends.
It's a privilege to wear this shirt.
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Original transcript (Portuguese)
Primeiro é relembrar cada um de nós aqui o discurso do chefe Wallace, que as coisas vão passando despercebidas. O Wallace, o chefe subiu lá na cadeira com o olho feio de lágrima, emocionado por vir cozinhar para a Seleção Brasileira. Por ser o cozinheiro da Seleção Brasileira, porque ele tinha um sonho que um jogador de futebol não conseguiu, e para ele estar aqui perto, ele não teve a oportunidade de vestir a camisa, não, ele cozinha para a Seleção Brasileira, para ele é o que o público gostou. A gente não pode esquecer disso, porque a gente representa também esse sonho,
responsabilidade também com esse sonho. E a outra coisa, que a gente, por suposto, continua pensando que as coisas são normais, e as coisas não são normais. Sabe o que? Vou lembrar cada um aqui um pouquinho de coisa, eu lembro agora, quando eu sou mais jovem, quando eu saia para a Copa do Mundo. Com certeza você lembra, eu não vou te deixar esquecer não, porque nos momentos de dificuldade, a gente sofre, e depois as coisas boas vêm, e a gente para de lembrar disso. Isso faz esse momento aqui especial. Lembra, Rafinha, na Copa do Mundo,
que você estava abraçado comigo, que a gente estava torando lá, porque a gente perdeu o jogo, eu não sabia quantas oportunidades mais a gente ia ter de vestir essa camisa aqui. Esse dia é especial, irmão. Esse dia é especial. Biri, cadê o Biri? Biro, tá. Irmão, com você eu vou mais além. Eu lembro que eles falavam que você não ia jogar no Flamengo,
você é agora no Real Madrid, na Seleção Brasileira, você tem oportunidade. O Bruno, eu lembro do Bruno, da frustração do Bruno Guimarães, que não entrava no jogo na Copa do Mundo, estava frustrado por não poder ajudar. Irmão, você é o cara do meio campo agora, quem tem que fazer esse jogo girar agora é você. Não é normal vestir essa camisa aqui, rapaziada. Não é normal.
Isso é uma responsabilidade? É. É uma pressão? É, mas é um privilégio, meus amigos. É um privilégio vestir essa camisa aqui.