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Heroic Climb During 9/11 Tragedy
Esta é a história de uma dessas vítimas.
Em meio a essa devastação, testemunhas viram algo quase
inacreditável na Torre
Norte. Um homem apareceu na janela de um andar alto,
mas, em vez de pular,
ele saiu. Agarrando-se às colunas de aço externas,
ele começou a descer
lentamente. Testemunhas no chão
e em prédios vizinhos
observaram, espantadas, enquanto essa figura descia lentamente pela lateral do
arranha-céu,
tentando o que parecia impossível.
Relatos de testemunhas dizem que esse escalador misterioso começou sua
descida por volta das
9h35. De aproximadamente o 94.º andar da Torre
Norte.
Diferentemente de outras vítimas que só conseguiram se agarrar à fachada por alguns segundos,
esse indivíduo descia com determinação.
Usando uma técnica de escalada conhecida como escalada em chaminé, ele se encaixou entre
as colunas verticais externas da torre, pressionando as costas e as mãos contra uma
coluna e os pés contra a coluna oposta, e desceu cuidadosamente aos poucos.
O projeto das Torres Gêmeas apresentava colunas de aço periféricas pouco espaçadas, com
estreitos vãos entre as janelas, separados por apenas 22 polegadas, formando canais
verticais. Este homem engenhosamente transformou essas estreitas
frestas em vantagem.
Ao se apoiar entre as colunas, ele criou pressão oposta, uma
técnica que escaladores usam para subir dentro de chaminés ou entre paredes
próximas. Uma pequena saliência de metal, com pouco mais de
uma ou duas polegadas de profundidade, percorria
a base de cada vidraça. Aquilo era todo o apoio para os pés que ele tinha.
Com as costas contra uma coluna e as pernas empurrando contra a outra coluna,
ele tinha
para suportar todo o peso do corpo e descer passo a passo.
Qualquer deslize na pegada seria fatal.
Cuidadosamente, ele se contorceu para descer andar por andar,
montando as colunas
e usando toda a sua força e habilidade para se manter firme.
Enquanto o alpinista descia, ele teria enfrentado inúmeros
desafios
além da exaustão extrema. O primeiro era o calor intenso e
a exposição. A mais de 300 metros de altura,
os ventos podem ser fortes, e só se
pode imaginar o terror que ele sentiu ao olhar para as pessoas minúsculas, como formigas,
no
chão. Havia também um calor intenso vindo das
janelas acima e
destroços caindo da torre. Mas, naquele momento, seu foco era sobreviver.
Mais tarde, testemunhas comentaram sobre a coragem e a compostura que isso deve ter exigido, a
o horror absoluto e o desespero que ele deve ter sentido.
Nem consigo imaginar.
Mas ele também deve ter tido muita esperança, determinado e concentrado.
Se de algum modo tivesse chegado à zona dos andares 75 e 76, não encontraria
janelas normais pelas quais entrar, apenas grades de ventilação e portas de acesso
mecânicas seladas.
Talvez, em teoria, ele pudesse descer pela abertura com venezianas
e
encontrar uma porta de serviço, mas essas portas provavelmente estavam trancadas
e exigiam cartões-chave especiais.
e exigiam cartões-chave especiais.
Em outras palavras, o andar mecânico \Era uma barreira imponente em seu caminho para baixo.
Sua melhor chance era uma janela aberta.
Se o escalador esperava reentrar no prédio num nível mais baixo, abaixo do impacto
e
do incêndio, precisaria de uma janela aberta ou quebrada para voltar a entrar.
E, nessa cruel reviravolta do destino, havia de fato uma janela quebrada a pouca
distante do caminho que ele estava descendo.
A análise fotográfica mostrou mais tarde que, a apenas uma coluna de onde ele
estava
subindo, uma janela por volta do 92º andar tinha sido
estilhaçada
fora. Aquela janela poderia ter sido um portal para uma
escadaria interna ou uma
sala com ar respirável, sua melhor chance de se salvar.
Mas, às 9:59 a.m., enquanto o escalador se agarrava à Torre Norte,
o
impensável aconteceu. A Torre Sul começou a desabar.
Um estrondo monstruoso ecoou por Manhattan enquanto 110 andares de
aço e concreto desabavam em uma enorme nuvem de poeira.
As ondas de choque se propagaram pelo solo e pelo ar.
Na Torre Norte, que ainda estava de pé, as luzes piscaram
e o edifício
balançou violentamente com o impacto da destruição de sua torre gêmea.
Uma rajada de vento com força de furacão e destroços explodiram para cima.
Para o homem na lateral da Torre Norte, isto foi uma reviravolta catastrófica.
Testemunhas oculares o perderam de vista no momento em que a Torre Sul caiu.
Acredita-se que a tremenda vibração e pressão do ar do
desabamento possam
tê-lo desequilibrado. A densa nuvem de poeira e cinzas o teria
envolvido instantaneamente, tornando impossível enxergar ou respirar.
Ninguém presenciou o momento exato em que ele caiu.
Havia tanto caos, enquanto as pessoas fugiam da Torre Sul em colapso, que o
destino do alpinista passou sem que nenhuma câmera o registrasse de forma definitiva.
Ele nunca chegou vivo ao solo.
Após esta catástrofe terrorista, este homem continuou sendo um
enigma. Sua identidade era um mistério.
Não havia pistas óbvias devido à distância a que ele foi observado.
Mas, ao longo dos anos, pesquisadores do 11 de Setembro e comunidades online continuaram
voltando à história perturbadora do homem que tentou descer pela torre.
Por muito tempo, o homem que escalava permaneceu sem identificação,
uma figura
anônima que simbolizava uma esperança desesperada.
Mas pesquisas aprofundadas recentes e investigações coletivas levaram a uma
teoria convincente sobre quem ele poderia ter sido.
Um nome surgiu, Frank Bennett Reisman.
Frank Reisman era um corretor de ações de 41 anos da Cantor Fitzgerald,
trabalhando na Torre Norte, na manhã do 11 de Setembro.
O que faz Frank se destacar é que ele era conhecido por ser um ávido alpinista
e
entusiasta de atividades ao ar livre, e talvez a única pessoa acima da
zona de impacto da Torre Norte
com vasta experiência em escalada.
O histórico de Frank Reisman parece quase um currículo de alguém que poderia
tentar
uma fuga tão ousada. Quando Frank Reisman era solteiro,
a escalada em montanha era sua
paixão, escreveu o New York Times.
Na juventude, ele percorreu sozinho a Trilha dos Apalaches
do Maine até a
Pensilvânia.
Ele adorava caminhadas em áreas remotas e escalada em rocha.
Amigos o descreveram como aventureiro e em boa forma.
Era igualmente sabido entre seus colegas e familiares que ele conseguia escalar
paredões e não tinha medo de altura.
A família de Frank nunca indicou publicamente ter conhecimento de suas ações finais,
e
tragicamente, seu corpo nunca foi recuperado.
A identificação permanece sem confirmação, mas, na comunidade coletiva do 11 de Setembro,
o homem que escalava e Frank Reisman foram associados como sendo provavelmente a mesma pessoa.
Em 11 de setembro, encurralado por um desastre inimaginável,
esse mesmo
pai dedicado recorreu à sua paixão juvenil por escalada em um último
esforço extraordinário para voltar para casa, para sua família.
É de cortar o coração pensar quão perto ele chegou, apenas para ser bloqueado pelo colapso da
torre.
Naqueles 15 ou 20 minutos na lateral do prédio, um homem, provavelmente
Frank Reisman, realizou algo verdadeiramente extraordinário.
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Original transcript (English)
This is a story about one of those victims. Amid this devastation, witnesses saw something almost unbelievable in the North Tower. One man appeared at a high floor window, but instead of jumping,
he climbed out. Clinging to the exterior steel columns, he began shimmying his way downward. Eyewitnesses on the ground and in neighboring buildings watched in astonishment as this figure slowly descended the side of the
skyscraper, attempting what seemed impossible. Eyewitness accounts say that this mystery climber started his descent around 9.35 a.m. from roughly the 94th floor of the North
Tower. Unlike other victims who only managed to hang on to the facade for a few seconds, this individual was moving downward with determination. Using a rock climbing technique known as chimney climb, he wedged himself between the tower's vertical exterior columns, pressing his back and hands against one
column and his feet against the opposite column, and carefully inched down. The Twin Towers design featured closely spaced perimeter steel columns with narrow window gaps, only 22 inches apart, forming vertical channels. This man ingeniously turned those slim gaps to his advantage.
By bracing himself between the columns, he created opposing pressure, a technique rock climbers use to climb inside of chimneys or between close walls. A tiny metal ridge barely an inch or two deep ran along the bottom of each window pane. That was all the foothold he had.
With his back against one column and his legs pushing in the other column, he had to support his entire body weight and move downward step by step. Any slip of grip would be fatal. Carefully, he wriggled his way down floor by floor,
straddling the columns and using every bit of strength and skill to maintain his hold. As the climber made his way down, he would have confronted numerous challenges aside from sheer exhaustion. First was the extreme heat and
exposure. At over a thousand feet up in the air, winds can be strong, and one can only imagine the terror he felt looking down at tiny ant-like people on the ground. There was also intense heat emanating from
the windows above and debris falling from the tower. But in that moment, his focus was survival. Witnesses later remarked on the courage and composure it must have taken, the absolute horror and desperation he must have felt. I can't even imagine.
But he must have also had a ton of hope, locked in and focused. Had he somehow reached the 75th, 76th floor zone, he would have found no regular windows to climb into, only vent grates and sealed mechanical access doors. Perhaps in theory, he might drop down into the louvered
opening and find a service door, but those doors were likely locked and required special key cards. In other words, the mechanical floor was an imposing barrier on his path down.
His best chance was an open window. If the climber hoped to re-enter the building at a lower level below the impact and fire, he would need an open or broken window to crawl back inside. And in that cruel twist of fate, there was indeed a broken window just a short
distance from the path he was taking down. Photographic analysis later showed that just one column over from where he was climbing, a window around the 92nd floor had been blown
out. That window might have been a portal to an interior stairwell or a room with breathable air, his best chance at saving himself. But at 9.59 a.m., as the climber clung to the North Tower, the
unthinkable happened. The South Tower began to collapse. A monstrous rumble echoed across Manhattan as 110 stories of steel and concrete came crashing down in a massive cloud of dust. The shockwaves rippled through the ground and air. In the North Tower, which was still standing, lights flickered
and the building swayed violently from the impact of its twin's demise. A hurricane-forced gust of wind and debris blasted upwards. For the man in the side of the North Tower, this was a catastrophic turn. Eyewitnesses lost sight of him around the moment the South Tower fell.
It's believed that the tremendous vibration and air pressure from the collapse may have thrown him off balance. The thick plume of dust and ash would have instantly enveloped him, making it impossible to see or breathe. No one witnessed the exact moment he fell.
There was so much chaos as people ran from the collapsing South Tower that the climber's fate passed without any camera definitively recording it. He never made it to the ground alive. In the aftermath of this terroristic catastrophe, this man remained an enigma. His identity was a mystery.
There were no obvious clues from the distance at which he was observed. But over the years, 9-11 researchers and online communities kept returning to the haunting tale of the man who tried to climb down the tower. For a long time, the climbing man remained unidentified, an anonymous
figure symbolizing desperate hope. But recent deep-dive research and crowdsourced sleuthing have led to a compelling theory about who he might have been. One name has emerged, Frank Bennett Reisman. Frank Reisman was a 41-year-old equities trader at Cantor Fitzgerald,
working in the North Tower on the morning of 9-11. What makes Frank stand out is that he was known to be an avid mountain climber and outdoorsman, and perhaps the only person above the North Tower's impact zone
with significant climbing experience. Frank Reisman's background reads almost like a resume for someone who might attempt such a daring escape. When Frank Reisman was single, mountain climbing was his
passion, wrote the New York Times. In his youth, he had hiked the Appalachian Trail solo from Maine down to Pennsylvania. He loved backcountry hiking and rock climbing.
Friends described him as adventurous and fit. It was as well known among his colleagues and family that he could scale rock faces and wasn't afraid of heights. Frank's family has never publicly indicated knowledge of his final actions, and
tragically his body was never recovered. The identification remains unconfirmed, but in the collective 9-11 community, the climbing man and Frank Reisman have been linked as likely one and the same. On September 11th, cornered by unimaginable disaster, that same
devoted dad drew on his youthful passion for climbing in one last extraordinary effort to get home to his family. It's heartbreaking to think how close he came only to be cut off by the collapsing tower. In those 15 or 20 minutes on the side of the building, one man, likely
Frank Reisman, achieved something truly extraordinary.