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Essa vagabunda aí ó, Daiane aí ó, essa daí ó, vai, vai bater? Vai? Engraçado, bate lá no macho que tu tava dando pra ele, ô vagabunda.
Tá aqui ó, tá indo pra rua ó, ó, tá indo pra rua, tá indo pra rua essa vagabunda aí ó, vou botar no Face pra você ver, essa vagabunda aí ó, que não respeita o marido, tá?
Que não respeita o marido, que o marido sai pra trabalhar e se fuder, eu sou o marido, ó, eu sou o corno, eu sou o corno, tá?
Essa dali ó, é a vagabunda, aquela dali ó, Daiane da Silva Flores Jacob, tá ali, tá? Daiane, aí ó, essa daí ó, que é, tem de tudo, vem de casa, agora não merece isso não, tava pegando e misturando com o marido dessa mulher aí ó,
que a mulher veio aqui na porta de casa reclamar, aí eu peguei as mensagens todas no telefone dela, vagabunda aí ó, vem de casa, não precisa de nada não, ó, tem pouco, somos pobres, mas somos humildes, mas temos coisas, geladeira novinha aqui ó, tem necessidade disso não, geladeira não falta as coisas não, tem de tudo, armário de cozinha aqui ó, ó, ó, no armário, tem as coisas tudinha aí ó, tem as coisas, tem mais aqui, cês tão pensando que acabou, tem mais aqui ó,
mais essa cesta básica aqui, mais essa cesta básica aqui, mais essa cesta básica aqui, são três ó, uma ali, uma aqui, e outra ali, ó, mingau pro filho dela, que eu crio, o filho dela e a filha dela, que eu crio ó, casa todinha ó, tem três quartos, banheirinho, fogão novinho, zero, que eu comprei, o otário que comprou, o corno comprou, o chuveiro ó, máquina de lavar, pra vagabunda pegar e tá dando pro outro, marcando encontro com o outro, aí mexendo com o marido dessa mulher aqui ó, que vai tomar um pau dessa mulher aqui ó,
tá, e hoje vai dependendo do que ela falar, ali ela ali ó, tá bem ali ela ali ó, bem ali ó, marca bem a cara dela que eu vou botar as fotos dela no face aí ó.
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