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Understanding Allyship and Marginalization
Ei, colonizadora
O que não está certo é projetar sua raiva nas pessoas que querem ser
aliadas.
Então não seja aliada. Amiga, sua atitude é a definição de um
complexo de salvador
branco. Se ser aliada depende tanto do fato de que ele
e o povo dele
não magoem seus sentimentos, seu compromisso com o movimento dele
não é tão forte assim, para
começar. Escute, é o seguinte sobre ser aliada.
Sua principal obrigação como aliada é respeitar as pessoas com identidades
marginalizadas de quem você quer ser aliada.
Não importa como o movimento dele faz você se sentir.
Ele não tem espaço para isso. Ele não precisa abrir espaço para isso.
A página dele não é uma mesa de negociação onde você pode chegar e exigir o que vai
funcionar para você, esperando que ele participe de algum tipo de
conversa sobre
como vocês dois podem se encontrar num meio-termo. Não, a única condição de negociação que é
aceitável dentro do próprio movimento dele é que vocês o encontrem, a ele e às
pessoas dele, onde eles estão. Eles indicam uma direção, e, se
isso faz você se sentir desconfortável
esse desconforto é seu e só cabe a você lidar com ele.
Esse é um conceito radical de tirar a si mesmo do centro.
Ele não precisa da sua ajuda que você generosamente daria
se ele cedesse às suas exigências.
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Original transcript (English)
Hey colonizer What's not okay is to project your anger onto people who want to be allies. Then don't be an ally. Girl, your attitude is the definition of a white savior
complex. If your allyship is so dependent on the fact that he and his people do not hurt your feelings, your commitment to his movement is not that strong to begin with. Listen, here's the thing about being an ally.
The number-one job you have as one is to defer to people with marginalized identities that you want to be an ally to. How his movement makes you feel does not matter. He doesn't have space for that. He doesn't have to make space for that. His page is not a negotiation table where you can come in and demand what's gonna
work for you, expecting that he's gonna engage in some sort of conversation about how you two can meet in the middle. No, the only term of negotiation that is acceptable in his own movement is that you meet him and his people where they are. They provide a direction, and if
that makes you feel uncomfortable, that discomfort is yours and yours only to deal with. That's a radical concept of de-centering yourself. He does not need your help that you will generously provide if he caters to you.