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Flávio Bolsonaro to Participate in Debate

Miren lo que tenemos aquí. Flávio Bolsonaro dijo que asistirá al

debate de Band.

Dijo que sí,

después de que Lula confirmó su presencia.

Entonces, gente, después de haber pasado aquí una

primera vuelta entera, que fue

un gran debate sin confrontación, porque hubo debate,

casi nadie fue, los dos principales candidatos no se

enfrentaron.

Entonces cada uno queda, como acabo de decir, dentro de su torre, de su castillo,

diciendo lo que quiere, sin recibir ningún mensaje contrario, sin

recibir ninguna argumentación.

Y cada uno dentro de su campaña también solo escucha lo que quiere,

porque generalmente quienes

conviven con los candidatos no dicen: "No, creo que usted no tiene razón.

No, creo que esa declaración..." Los hay, pero generalmente solo hay gente que elogia,

que está por

cerca. Ahora, al parecer, vamos a ver un debate.

Flávio Bolsonaro dijo que asistirá al primer debate de la

segunda vuelta organizado por Band y que será el próximo domingo.

Isabel Mega, eh… bueno, claro, tampoco podemos aquí

engañarnos pensando que, quizá, vamos a ver un gran debate de

propuestas, ¿no, Isabel Mega? Pero al menos

veremos un enfrentamiento entre ambos, una

conversación entre ambos para comprender cómo será esto por

primera vez, los dos enfrentándose.

Elisa, eh, esta decisión, la primera de no ir,

no fue consensuada dentro del

partido. Había muchos aliados de Flávio Bolsonaro

que lo veían como una

decisión arriesgada, porque queda en el aire

una línea argumental para el otro lado de que Flávio se acobarda.

Se hablaba mucho de una idea

que era

que pretendían hacer una especie de sondeo del terreno.

¿Qué quiero decir con eso? Que evaluarían cómo

pesaría la ausencia de Flávio en el debate de TV

Band, que es el primero. Y entonces, según cuál fuera la

recepción, eso influiría en la decisión sobre el

último debate de la segunda vuelta, realizado tradicionalmente por

TV Globo. Así que sería una especie de prueba.

Es que a estas alturas, con escenarios muy reñidos,

con una diferencia de dos por ciento en las urnas en la primera vuelta, que sí,

favorece a Flávio Bolsonaro, pero el escenario es ajustado, era una

decisión considerada bastante, eh, arriesgada.

Entonces, ya veíamos un poco de lo que el otro

lado estaba preparando como discurso,

que consistía precisamente en decir que Flávio estaba

huyendo, literalmente, del debate, de la comparación de

propuestas, eh, de la batalla en el

cara a cara contra el presidente Luiz Inácio Lula da

Silva. Entonces, eh, sorprende un poco la

reconsideración, porque el retroceso de ayer fue muy enfático.

El propio Grupo Bandeirantes de Comunicación llegó a, a

comunicar que el debate se realizaría de todos modos,

con uno de los candidatos y que el, el ausente se quedaría con el

atril vacío. Y esta es una cuestión que surgió en el último

debate

de la primera vuelta, que finalmente no se celebró porque

hubo una

judicialización de la exhibición del atril vacío, a través de la

campaña del presidente Lula, y una decisión favorable

a la campaña de no exhibir esa imagen, dado

que esas reglas habían sido firmadas por las campañas,

¿Verdad? Nadie llega al debate sin

saber

de antemano cuáles son las reglas que establecen las

cadenas. Entonces todos tienen que firmar,

tienen que dar fe de que están de acuerdo con

eso. De ahí esa interpretación que hubo esa

semana, de que fue una

decisión que acabó representando una censura y un

favorecimiento de una ministra del TSE a la campaña del

presidente Lula. Sí, ahí hubo una opinión de

algunos aliados del presidente Lula, de que el hecho de que él diga que no

irá al debate también acabó influyendo para que tuviéramos

el resultado que tuvimos en la primera vuelta.

Entonces ahora, en la segunda vuelta, estas mediciones, estas

pruebas, este seguimiento del efecto de los debates,

siguen vigentes. Y hubo una reevaluación de la

campaña de Flávio Bolsonaro de que sería peor, por lo tanto,

que falte al debate. Entonces, de ahí que dé marcha atrás y que él

señale que irá al debate, irá al

enfrentamiento. El avance para el electorado es el mejor

posible, ¿no es así,

Elisa? Porque ahí, somos un país claramente dividido,

claramente.

Quien gane las elecciones tendrá que gobernar para este país

dividido. Entonces ahí tendremos por primera

vez a los dos

candidatos que se postulan a la Presidencia de la República en una

comparación, los dos en el mismo espacio, eh,

ideas y refutando ideas. Entonces queda mucho más

claro en la mente del elector poder tomar algún tipo de

eh, decisión, sobre todo para quienes aún están

indecisos, que no

votaron, que no fueron, para que entiendan lo que está en

juego a partir de esta comparación entre un lado y otro.

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Original transcript (Portuguese)

Olha aqui o que temos. Flávio Bolsonaro disse que vai ao debate da Band. Ele disse que sim, depois que Lula confirmou a presença. Então, gente, depois da gente ter passado aqui um

primeiro turno inteiro, que foi um grande debate sem confronto, porque teve debate, quase ninguém foi, os dois principais candidatos não se enfrentaram. Aí fica cada um, como eu acabei de dizer, dentro da sua torre, do seu castelo,

falando o que quer, sem receber qualquer mensagem oposta, sem ser, receber qualquer argumentação. E cada um dentro da sua campanha, também só ouve o que quer, porque geralmente quem convive com os candidatos não fica: "Não, acho que o senhor não tá certo.

Não, acho que essa fala..." Tem, mas geralmente é só gente que elogia, que fica por perto. Agora, pelo jeito, a gente vai ver um debate. Flávio Bolsonaro disse que vai comparecer ao primeiro debate do segundo turno promovido pela Band e que já vem a ser no próximo domingo.

Isabel Mega, ent-- assim, claro, também não dá pra gente aqui se iludir pensando que deve, de repente vamos ver um grande debate de propostas, né, Isabel Mega? Mas pelo menos veremos um embate entre os dois, uma conversa entre os dois pra compreender como é que vai ser isso pela

primeira vez, os dois se enfrentando. Elisa, é, essa decisão, a primeira de não ir, não estava de forma consensuada dentro do partido. Tinha muito aliado de Flávio Bolsonaro vendo como uma

decisão arriscada, porque fica no ar uma linha de argumentação pro outro lado de que Flávio é fujão. É, uma linha ali que eu estava ouvindo muito é de que eles pretendiam fazer uma espécie de medição de terreno.

O que que eu quero dizer com isso? Que eles iriam avaliar como que pesaria a ausência de Flávio no debate da TV Band, que é o primeiro. E aí, dependendo de como fosse a recepção, isso pesaria pra decisão sobre o último debate do segundo turno, realizado tradicionalmente pela

TV Globo. Então seria uma espécie de teste. É que essa altura do campeonato, com cenários muito acirrados, com uma diferença de dois por cento nas urnas no primeiro turno, que sim, favorece Flávio Bolsonaro, mas o cenário é apertado, era uma decisão vista como bastante, é, arriscada.

Então, a gente já via um pouco do que o outro lado tava preparando de discurso, que era justamente essa linha de dizer que Flávio estava fugindo, literalmente, do debate, da comparação de propostas, é, da batalha no

tête-à-tête contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Então, é, surpreende um pouco a reavaliação, porque o recuo ontem era muito enfático. O próprio grupo Bandeirantes de Comunicação chegou a, a comunicar que o debate ia ser realizado de qualquer forma,

com um dos candidatos e que o, o ausente ficaria com o púlpito vazio. E essa é uma questão que pegou no último debate do primeiro turno, que acabou não sendo realizado porque houve uma

judicialização da exibição do púlpito vazio, via campanha do presidente Lula, e uma decisão favorável à campanha de você não exibir essa imagem, sendo que essas regras tinham sido assinadas pelas campanhas, né. Ninguém chega para o momento do debate sem

saber de antemão quais são as regras que são estipuladas pelas emissoras. Então todo mundo tem que assinar, tem que atestar que concorda com aquilo. Daí aquela leitura que houve naquela

semana, de que foi uma decisão que acabou representando uma censura e um favorecimento de uma ministra do TSE à campanha do presidente Lula. É, ali, teve uma visão de alguns aliados do presidente Lula, que o fato dele dizer que não

vai ao debate acabou pesando também pra gente ter o resultado que a gente teve no primeiro turno. Então agora, no segundo turno, essas medições, esses testes, esse monitoramento do efeito dos debates, eles continuam no ar. E houve uma reavaliação da

campanha de Flávio Bolsonaro de que seria pior, portanto, ele faltar ao debate. Então daí esse recuo e dele sinalizar que vai a, ao debate, vai partir pro, pro confronto. O salto pro eleitorado é o melhor possível, né,

Elisa? Porque ali, a gente é um país que tá dividido, claramente. Quem ganhar a eleição vai ter que governar pra esse país dividido. Então ali a gente vai ter pela primeira vez os dois

candidatos que se colocam pra Presidência da República num comparativo, os dois no mesmo ambiente, é, ideia e rebatendo ideia. Então fica muito mais claro pra cabeça do eleitor de ter algum tipo de, é, decisão, sobretudo daqueles que ainda estão

indecisos, que não votaram, que não foram, pra eles entenderem o que está em jogo a partir dessa comparação entre um lado e outro.

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