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Coca-Cola's Role in Israel-Palestine Conflict
O estalo de uma lata de Coca-Cola, o chiar ao desenroscar a tampa de uma Sprite.
Sons antes associados a bebidas refrescantes agora evocam imagens de opressão,
colonização e os genocídios ativamente cometidos
por Israel, respaldados por
corporações multibilionárias como The Coca-Cola Company.
Refrescar o mundo? Mais para oprimir o mundo.
Estou agora no norte da Faixa de Gaza, e aqui ficava um atirador de elite, atirando em
palestinos, e durante o trabalho dele, ele estava
apreciando sua Coca-Cola. Antes de apreciar uma Coca-Cola,
lembre-se apenas de que um atirador
tomava sua Coca-Cola enquanto atirava em, hum, crianças, hum, idosos,
hum, homens, mulheres, civis, destruindo nossas casas e nos deslocando.
Após os eventos de 7 de outubro de 2023, as campanhas pró-Palestina se intensificaram
apelos para boicotar a Coca-Cola Company por viabilizar a política israelense de roubo
de terras e o assassinato de palestinos nativos.
Mas como exatamente a Coca-Cola está envolvida nos crimes de Israel?
Embora a corporação afirme não ter ligação com a política, a Central
Bottling Company, única franquia israelense da Coca-Cola,
opera em terras
palestinas roubadas. O centro de pesquisa independente Who Profits
relata que a CBC opera
um centro de distribuição regional e instalações de refrigeração na Zona
Industrial
de Atarot, localizada na ilegalmente ocupada
Jerusalém Oriental.
A franqueada é responsável por fabricar, comercializar, vender e
distribuir seus produtos Coca-Cola, Sprite, Fanta, Fuze Tea e refrigerantes Kinley.
Qualquer produto vendido é um investimento no
regime de décadas de Israel de
apartheid e violações de direitos humanos.
A CBC também lucra vendendo bebidas alcoólicas feitas de uvas cultivadas em
vinhedos localizados em assentamentos ilegais na
Cisjordânia palestina ocupada por Israel
e nas Colinas de Golã sírias ocupadas por Israel, segundo o Who Profits.
Jerusalém Oriental, a Cisjordânia e as Colinas de Golã
são reconhecidas como
territórios ilegalmente ocupados pelo direito internacional, o que significa que empresas que operam
nessas áreas são cúmplices dos crimes contra a humanidade e de guerra de Israel.
Soldados israelenses se filmando cometendo atos depravados de genocídio em
Gaza, na Palestina, enquanto bebem Coca-Cola
ampliou ainda mais o apelo global
para boicotar a gigante corporativa. Em 2023, mais de 100 mil israelenses
soldados receberam pacotes com Coca-Cola como parte de uma iniciativa liderada por
uma
instituição pró-ocupação sediada nas Colinas de Golã ocupadas.
Um relatório de 2017 revelou que, dois anos antes,
a CBC havia doado quase
US$ 14.000 ao grupo sionista extremista Im Tirtzu, conhecido por negar a
Nakba. Apesar de inúmeras tentativas da
marca global de se distanciar de
Israel, muitos restaurantes e mercados pelo mundo abandonaram
os populares
refrigerantes em prol de alternativas locais livres de genocídio que surgiram e ganharam
popularidade desde 7 de outubro.
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Original transcript (English)
The pop of a Coca-Cola can, the fizz while unscrewing a Sprite cap. Sounds once associated with refreshing beverages now evoke images of oppression, colonization, and the genocides being actively committed by Israel, bolstered by multi-billion dollar corporations such as The Coca-Cola Company.
Refresh the world? More like oppress the world. I'm now in the north of Gaza Strip, and here a sniper was sitting, sniping Palestinians, and during his work, he was enjoying his Coca-Cola. Before enjoying Coca-Cola, just remember that a sniper
was enjoying his Coca-Cola while sniping, uh, children, uh, old people, uh, men, women, civilians, destroying our homes and displacing us. Following the events of October 7th, 2023, pro-Palestine campaigns have intensified calls to boycott the Coca-Cola Company for enabling Israel's policy of land theft and its killing of indigenous Palestinians.
But how exactly is Coca-Cola implicated in Israel's crimes? While the corporation claims it isn't affiliated with politics, the Central Bottling Company, Coca-Cola's sole Israeli franchise, operates on stolen Palestinian land. Independent research center Who Profits
reports that CBC runs a regional distribution center and cooling facilities in the Atarot Industrial Zone, located in illegally occupied East Jerusalem.
The franchisee is responsible for manufacturing, marketing, selling, and distributing its Coca-Cola, Sprite, Fanta, Fuze Tea, and Kinley soda products. Any product sold is an investment into Israel's decades-long regime of apartheid and human rights abuses.
CBC also profits from selling alcoholic beverages made from grapes grown in vineyards, located in illegal settlements in Palestine's Israeli-occupied West Bank and Syria's Israeli-occupied Golan Heights, according to Who Profits. East Jerusalem, the West Bank, and the Golan Heights
are recognized as illegally occupied territories under international law, meaning any businesses operating in these areas are complicit in Israel's crimes against humanity and war crimes. Israeli soldiers filming themselves committing depraved acts of genocide in Palestine's Gaza while enjoying a Coca-Cola has further
amplified the global call to boycott the corporate giant. In 2023, over 100,000 Israeli soldiers received packages containing Coca-Cola as part of an initiative led by a pro-occupation charity based in the occupied Golan Heights.
A 2017 report revealed that two years earlier, CBC had donated almost $14,000 to extremist Zionist group Im Tirtzu, known for denying the Nakba. Despite numerous attempts by the global brand to disassociate itself from
Israel, many restaurants and markets around the world have dropped the popular soft drinks in favor of local genocide-free alternatives that have emerged and gained popularity since October 7.