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O rei ergueu um copo.

As câmeras se aproximaram.

E a piada final usava ouro.

UM! DOIS! ARROMBA AS PORTAS!

VAI!

Luzes brancas sobre os pratos do jantar.

Gravatas vermelhas em uma sala dourada.

Um rei de smoking sorri.

A banda toca uma desgraça suave.

Ele diz pequenas mudanças bacanas na parede da ala leste.

Bem britânico, bem educado.

Bala de canhão coberta de veludo.

UM! DOIS!

Lá em 1814 a velha fumaça tocou o céu.

Agora a piada volta em diamantes.

A história passa.

Dizem que é um salão de baile.

Dizem que é um plano.

Quatrocentos milhões de dólares por um lugar maior para ficar.

Mil assentos para o poder.

Um lustre para o medo.

Você chama de restauração.

Nós chamamos de cristalino.

Tambores debaixo da mesa.

Guitarras no salão.

Sorria para as câmeras.

Não olhe para a parede.

Quem é que pode construir isso?

Quem é que pode pagar?

Quem é dono do salão quando a música toca?

América em primeiro lugar.

Interior em primeiro lugar.

Levanta esse teto enquanto as manchetes estouram.

Sem coroa.

Só um salão de baile.

Nenhum trono à vista.

Só uma sala maior.

América em primeiro lugar.

Interior em primeiro lugar.

Canta bem alto até o mármore doer.

Sem coroa.

Só um salão de baile.

O povo recebe a conta.

O poder recebe a vista.

Câmeras Lego filmando de perto.

Pequenas bandeiras em mãos de plástico.

Um rei de plástico faz uma piada pequena.

Um presidente de plástico entende.

Os tijolos caem em câmera lenta.

Paredes brancas viram pó.

Um tijolo de ouro se encaixa.

Todo mundo chama isso de confiança.

A TV fala em segurança.

O letreiro fala em grande projeto.

Os doadores sorriem na sombra.

Todas as portas do saguão brilham.

Dinheiro, perguntas públicas, túneis públicos.

Moedas de tarifa subterrânea na jukebox.

Quem pagou pelo som?

Alguns dizem embelezar o Capitólio.

Alguns dizem que é prioridade errada.

Alguns dizem que a lei precisa de permissão.

Alguns dizem para apenas deixar como está.

O rei fala de lei e limites.

A sala continua quente e iluminada.

Um monarca dá o aviso em uma noite democrática.

Aumentem os discursos.

Diminuam as dúvidas.

Chamem de tradição quando as paredes saem.

Digam que é seguro.

Digam que é grandioso.

A quieta e pequena pergunta ainda arde na sua cabeça.

América primeiro.

Interior primeiro.

Ergam esse teto enquanto as manchetes explodem.

Nenhuma coroa para fora.

Só um salão de baile.

Nenhum trono à vista.

Só uma sala maior.

América primeiro.

Interior primeiro.

Façam brilhar até a verdade parecer maldita.

Nenhuma coroa.

Só um salão de baile.

O povo pergunta por que o poder manda atirar.

Devagar agora.

Luzes baixas.

Um holofote no chão.

O silêncio tem uma estratégia.

O silêncio tranca a porta.

Ninguém diz palácio.

Ninguém diz coroa.

Eles dizem melhoria de segurança enquanto o ala leste vem abaixo.

Ninguém diz ego.

Ninguém diz palco.

Eles dizem projeto histórico e viram outra página.

O movimento oculto é silencioso.

A parte barulhenta é o show.

A piada não é o rei.

A piada é o que sabemos.

Uma casa feita para uma república.

Uma sala construída como um tribunal.

Uma pista de dança para os poderosos.

Uma manchete para o espetáculo.

E em algum lugar nas vigas.

A fumaça começa a sorrir.

Os britânicos incendiaram isso uma vez.

Agora a punchline entra em cena.

América primeiro.

Interior primeiro.

Ergam esse teto enquanto as manchetes explodem.

Sem coroa.

Só um salão de baile.

Nenhum trono à vista.

Só um cômodo maior.

América primeiro.

Interior primeiro.

Quem fica com o ouro?

Quem paga primeiro?

Sem coroa.

Só um salão de baile.

Sem trono.

Só um salão de baile.

América primeiro.

Interior primeiro.

Constrói bem alto enquanto as perguntas explodem.

Sem coroa.

Só um salão de baile.

Dança na poeira.

No salão do povo.

América primeiro.

Faz brilhar.

Faz piorar.

Sem coroa.

Só um salão de baile.

O teto fica mais alto.

O silêncio floresce.

Ele não precisava de uma coroa.

Ele só precisava do salão.

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Original transcript (English)

The king raised a glass. The cameras leaned in. And the punchline wore gold. ONE! TWO! KICK THE DOORS IN! GO!

White lights on the dinner plates. Red ties in a golden room. A king in a tuxedo smiles. The band plays soft doom. He says nice little changes to the east wing wall.

Very British, very polite. Velvet covered cannonball. ONE! TWO! Back in 1814 the old smoke touched the sky. Now the joke comes back in diamonds.

History walks by. They say it is a ballroom. They say it is a plan. Four hundred million dollars for a bigger place to stand. A thousand seats for power.

A chandelier for fear. You call it restoration. We call it crystal clear. Drums under the table. Guitars in the hall.

Smile for the cameras. Don't look at the wall. Who gets to build it? Who gets to pay? Who owns the room when the music plays?

America first. Interior first. Raise that roof while the headlines burst. No crown. Just a ballroom.

No throne in sight. Just a bigger room. America first. Interior first. Sing it loud till the marble hurts.

No crown. Just a ballroom. The people get the bill. Power gets the view. Lego cameras rolling close.

Tiny flags in plastic hands. A plastic king makes one small joke. A plastic president understands. The bricks come down in slow motion. White walls turn to dust.

A gold brick clicks into place. Everybody calls it trust. The TV says security. The scroll says grand design. The donors smile in shadow.

The lobby doors all shine. Money, public questions, public tunnels. Underground tariff coins in the jukebox. Who paid for the sound? Some say beautify the Capitol.

Some say wrong priority. Some say law needs permission. Some say just let it be. The king talks law and limits. The room stays warm and bright.

A monarch gives the warning at a democratic night. Turn up the speeches. Turn down the doubts. Call it tradition when the walls come out. Say it is safe.

Say it is grand. The quiet little question still burns in your head. America first. Interior first. Raise that roof while the headlines burst.

No crown out. Just a ballroom. No throne in sight. Just a bigger room. America first.

Interior first. Make it shine till the truth feels cursed. No crown. Just a ballroom. The people ask why power says shoot.

Slow now. Lights down. One spotlight on the floor. Silence has a strategy. Silence locks the door.

No one says palace. No one says crown. They say security upgrade while the east wing comes down. No one says ego. No one says stage.

They say historic project and turn another page. The hidden move is quiet. The loud part is the show. The joke is not the king. The joke is what we know.

A house made for a republic. A room built like a court. A dance floor for the powerful. A headline for the sport. And somewhere in the rafters.

Smoke starts to grin. The British burned it once. Now the punchline walks in. America first. Interior first.

Raise that roof while the headlines burst. No crown. Just a ballroom. No throne in sight. Just a bigger room.

America first. Interior first. Who gets the gold? Who pays first? No crown.

Just a ballroom. No throne. Just a ballroom. America first. Interior first.

Build it high while the questions burst. No crown. Just a ballroom. Dance on the dust. On the people's room.

America first. Make it sparkle. Make it worse. No crown. Just a ballroom.

The ceiling gets taller. The silence blooms. He did not need a crown. He just needed the room.

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