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Singapore's Biological Data Center Explained
Certo. Singapura acabou de lançar um data center
alimentado por
células cerebrais humanas vivas. E antes de perguntar de quem são as células
que estão pondo no computador, a situação fica ainda mais estranha.
Elas não são tiradas do cérebro de ninguém.
Tudo isso pode começar com sangue de uma pessoa viva, o que significa que,
teoricamente, eles poderiam colocar você no data center.
Eu sou o Giga Chan e vou mostrar como isso funciona,
porque Singapura agora tem
20 computadores biológicos que usam neurônios humanos reais como
parte do sistema de computação. Vamos deixar claro.
Quando eu disse "alimentado por", não quis dizer que os neurônios geram
eletricidade. Os neurônios realmente processam
informações. Então, de onde eles os tiram?
Segundo relatos, os neurônios vêm de células sanguíneas que
foram reprogramadas em células-tronco
células. E a Cortical Labs, a empresa que faz esses computadores, já
mostrou como isso pode ser pessoal. O CEO da empresa diz que já doou
cerca de
dez mililitros do seu sangue para que os neurônios pudessem, você já deve
ter adivinhado, jogar Doom. Sim, aquele mesmo velho jogo
de videogame. Dá mesmo para dizer que o fundador deu o sangue, suor
e lágrimas pelo seu
trabalho. Deixe-me contar como tudo isso funciona.
Cientistas podem pegar células do sangue e reprogramá-las no que é
chamado de células-tronco pluripotentes induzidas.
Isso basicamente significa redefinir uma célula adulta para um estado em que possa se tornar
várias células diferentes de novo. Depois, usam sinais químicos para guiar
essas
células redefinidas a se tornarem neurônios humanos de verdade.
E não, esses neurônios não contêm as
memórias ou a personalidade do doador, mas eles
contêm informações genéticas do doador.
Agora pegue pelo menos 200 mil desses neurônios e cultive-os diretamente
em um chip de silício coberto por eletrodos microscópicos.
Os neurônios crescem, conectam-se e formam uma rede neural
viva. E é aqui que isso se torna um computador.
Os eletrodos enviam padrões de sinais elétricos para os neurônios.
Os neurônios respondem disparando, e os eletrodos registram essa resposta.
E sim, o software traduz isso de volta em informação
digital. A informação entra como eletricidade,
neurônios humanos vivos a processam e a informação sai de volta.
E como são células vivas, o computador precisa realmente alimentá-las
e mantê-las vivas. Há décadas, a IA tem
tentado fazer o silício imitar neurônios humanos biológicos.
Desta vez, talvez a gente pule a imitação.
E se quiser saber mais, pesquise sobre o CL-one.
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Original transcript (English)
All right. Singapore just launched a data center powered by living human brain cells. And before you ask whose brain cells they're putting in the computer, the situation gets weirder. They don't take them from somebody's brain.
This all can get started with blood from a living person, meaning theoretically, they could put you in the data center. I'm Giga Chan, and I'm gonna show you how this works because Singapore now has twenty biological computers that use real human neurons as
part of the computing system. Let's be clear. When I said powered by, I didn't mean the neurons generate electricity. The neurons actually process information. So where do they get them? Reportedly, the neurons are from blood cells that
were reprogrammed into stem cells. And Cortical Labs, the company that makes these computers, has already shown how personal that can get. The company's CEO says he already gave about ten milliliters of his blood so that the neurons could, you might have
guessed it, play with Doom. Yep, that same old video game. You could really say that founder put his blood, sweat, and tears into his work. Let me tell you how all this works. Scientists can take cells from blood and reprogram them into what is
called induced pluripotent stem cells. That basically means resetting an adult cell to a state where it can become multiple different cells again. Then they use chemical signals to guide those reset cells into becoming actual human neurons.
And no, those neurons don't contain the donor's memories or personality, but they do contain genetic information from the donor. Now take at least two hundred thousand of those neurons and grow them directly across a silicon chip covered in microscopic electrodes.
The neurons grow, connect with each other, and form a living neural network. And this is where it becomes a computer. The electrodes send patterns of electrical signals into the neurons. The neurons respond by firing, and the electrodes record that response. And yeah, software translates it back into digital
information. So information goes in as electricity, living human neurons process it, and then information comes back out. And since these are living cells, the computer has to actually feed them and keep them alive. For decades, AI has tried to make silicon imitate biological human neurons.
This time, we might be skipping the imitation. And if you wanna know more, look up CL-one.