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Discussion on Feminism and Immigrant Issues
A todas as defensoras, a todas as feministas.
É que não vos vi a nenhuma virem aqui preocupar-vos com as mulh- com as mulheres
que sofremos agressões sexuais por parte de imigrantes.
Isso é um pouco irrelevante.
Sofreste agressões sexuais por parte de imigrantes?
Não, não… Sim. Sim.
Sim.
Sim.
Sim.
Eu, sim.
Então, o que queres denunciar?
E está denunciado, e ele está na prisão, sim.
Porquê?
Um tipo mostrou-me o pau diante da minha companheira.
Mas por uma pessoa imigrante.
E agarrou-me na mão.
Por uma pessoa imigrante que entrou agora.
Sim.
E está na prisão?
Sim.
Ou seja, a justiça agiu.
Sim, sim, sim.
Ou seja, a justiça agiu.
Sim, mas, Alejandra…
A justiça, mas nenhuma das que protestam
veio aqui manifestar-se
por mim, nem a proteger as mulheres, nem a reivindicar os direitos das
mulheres.
Nenhuma, nenhuma. Ontem à noite houve duas violações no
trampolim outra
vez. O quê? Diz-me. Nenhuma, não sei. Não, não recebo, eu tenho
direito a receber apoio?
Sim, sim, claro que sim. E toda a minha solidariedade, aliás.
Sabes o que acontece?
É que eu sou solidária e trabalho para proteger.
Mas sim, mas é que vocês que estão, vocês que estão em Ceuta para se manifestar
são
vocês, Marina, não eu.
Deixa o país de lado, aqui quase não havia nenhuma agressão
sexual, e estamos a ver desde
que há invasores. Deixa lá esse discurso barato,
que tu vens aqui
para te meteres connosco. É para isso que, para isso que tu vens aqui, para ires contra
nós, que somos mulheres.
Não, não, não.
Esse feminismo não me serve.
Não, não quero—
Tu não és feminista.
Escutem, não quero... Parem, parem, parem.
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Original transcript (Spanish)
A todas las defensoras, a todas las feministas. Es que a ningunas os he visto venir aquí a preocuparos por las muj- por las mujeres que hemos sufrido agresiones sexuales por parte de inmigrantes. Eso es un poco irrelevante. ¿Tú has sufrido agresiones sexuales por parte de inmigrantes?
Que no, que... Sí. Sí. Sí. Sí. Sí. Yo sí.
Ahora, ¿qué quieres denunciar? Y está denunciado y está en la cárcel, sí. ¿De qué? Que un tío me sacó la churra delante de mi pareja. Pero de una persona inmigrante.
Y me cogió de la mano. De una persona inmigrante que ha entrado ahora. Sí. ¿Y está en la cárcel? Sí.
Es decir, la justicia ha actuado. Sí, sí, sí. Es decir, la justicia ha actuado. Sí, pero Alejandra... La justicia, pero ninguna de las que protestáis habéis
venido aquí a manifestaros por mí, ni a proteger a las mujeres, ni a reivindicar los derechos de las mujeres. Ninguna, ninguna. Anoche hubo dos violaciones en el trampolín otra
vez. ¿Qué? Dime. Ninguna, no sé. No, no recibo, ¿yo tengo derecho yo a recibir apoyo? Sí, sí, claro que sí. Y toda mi solidaridad, de hecho. ¿Sabes lo que pasa? Que es que yo me solidarizo y trabajo para proteger.
Pero sí, pero es que las que estáis, las que estáis en Ceuta para manifestaros sois vosotras, Marina, no yo. Déjate del país, aquí no había casi ninguna agresión sexual, y está viendo desde
que hay invasores. Déjate ya con el discurso barato, que tú vienes aquí a meterte con nosotros. Eso es lo que, a lo que tú vienes aquí, a ir en contra de nosotros, que somos mujeres. No, no, no.
Ese feminismo a mí no me vale. No, no quiero- Tú no eres feminista. Escuchad, no quiero... Parad, parad, parad.