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Vou analisar mais um pouco da parte científica
sobre a vitamina C.
No próximo slide, vocês podem ver,
e todo mundo que me conhece há muito tempo
sabe que eu realmente gosto de vitamina C,
porque eu já vi viradas acontecerem de fato
em infecções, doenças,
quando ela é administrada em doses adequadas e seguras,
tanto por via oral quanto intravenosa mesmo.
E há alguns estudos históricos
que analisaram os níveis de vitamina C na meningite.
E é isso que eu quero abordar aqui.
Então este artigo analisou os níveis de ascorbato
no sangue de pessoas doentes, certo?
Shakrabarti investigou meningite meningocócica,
25 casos, e também um monte de outras infecções graves.
E ele comparou os níveis sanguíneos de ácido desidroascórbico
e de ácido ascórbico no sangue com controles normais.
E os controles eram 28 indivíduos saudáveis.
que eram estudantes de medicina.
E acreditem em mim, estudantes de medicina
não são as pessoas mais saudáveis do planeta.
Eles ficam extremamente estressados por muitos motivos,
mas, mesmo assim, eles serviram como controles.
E então o próximo slide vai mostrar os resultados disso.
E eu só vou explicar rapidamente a diferença
entre DHAA, que é ácido desidroascórbico,
e ácido ascórbico.
Então a vitamina C é outro doador de elétrons, certo?
E então o ácido desidroascórbico
já cedeu seus elétrons
para atenuar a inflamação
que ocorreu como resultado da infecção, certo?
E o ácido ascórbico é meio que a vitamina C “fresca”
que viria de qualquer coisa que você estiver comendo
ou de vitaminas que você possa estar tomando.
E essa forma tem elétrons para doar
para manter o seu sistema elétrico funcionando.
Então note que a forma usada de vitamina C, o DHAA,
é mais alta nos mais doentes,
e a forma reciclada ou utilizável
é mais alta nas pessoas menos doentes.
Então, se olharmos só para aquelas primeiras colunas
que eu destaquei,
nos casos agudos que não sobreviveram,
elas estão em grande parte enviesadas para a forma gasta de vitamina C.
E, nos casos em convalescença,
você vê, no lado do ácido ascórbico, 0,53,
comparado com 0,19.
Então esse é o ponto que está sendo feito aí.
Em resumo, parece provável
que ter uma capacidade antioxidante basal razoável
ajudaria a tornar alguém uma vítima menos provável
de qualquer infecção de meningite.
E se os médicos dessem vitamina C dentro e fora dos hospitais,
ou pelo menos medissem os níveis talvez,
porque eu mostrei a vocês em outras,
acho que em pelo menos duas outras palestras que fiz aqui,
os estudos que analisaram os níveis de vitamina C
das pessoas antes de irem para o hospital,
quando estão no hospital e depois de saírem,
e isso só vai caindo, caindo e caindo,
eu acho que esses desfechos seriam melhores.
Então, quando o escorbuto existe,
a vitamina C é uma opção de tratamento lógica e eficaz.
Certo, essa é a conclusão aqui.
Obrigado.
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Original transcript (English)
I'm gonna go through some more of the science regarding the vitamin C. In the next slide, you can see, and everybody that knows me for a long time knows that I really like vitamin C
because I've actually seen the turnarounds happen in infections, diseases, when it's given in proper doses safely, both orally and intravenously actually. And there are some landmark studies
that looked at vitamin C levels in meningitis. And that's what I wanna cover here. So this article looked at ascorbate levels in the blood of sick people, okay? Shakrabarti investigated meningococcal meningitis,
25 cases, and also a bunch of other severe infections. And he compared the blood levels of dehydroascorbic acid and ascorbic acid in blood against normal controls. And the controls were 28 healthy subjects who were medical students.
And believe me, medical students aren't the healthiest people on the planet. They're extremely stressed out for lots of reasons, but nonetheless, they served as controls. And so the next slide is gonna show the results of this.
And I'm just gonna quickly explain the difference between DHAA, which is dehydroascorbic acid versus ascorbic acid. So vitamin C is another electron donor, okay? And so the dehydroascorbic acid
has given away its electrons in order to dampen down the inflammation that's occurred as a result of the infection, right? And the ascorbic acid is kind of the fresh vitamin C that would come out of whatever you're eating
or vitamins that you might be taking. And that has electrons to donate to keep your electrical system running. So note that the used form of vitamin C, that DHAA, is highest in the sickest,
and the recycled or usable form is highest in the less sick people. So if we just look at those first few columns that I have outlined, in acute cases who didn't survive,
they're mostly skewed towards the used up form of vitamin C. And in the convalescent cases, you see on the ascorbic acid side, 0.53, so compared to 0.19. So point being made there.
So the bottom line, it seems likely that having a decent baseline antioxidant capacity would help make one less likely victim of any infection of meningitis. And if doctors gave vitamin C in and out of hospitals,
or at least measured levels maybe, because I've shown you in other, I think at least two other talks that I've done here, the studies that looked at the vitamin C levels of people before they go into hospital,
when they're in the hospital, and after they leave, and it just goes down and down and down, I think that these outcomes would be better. So when scurvy exists, vitamin C is a logical and efficacious treatment option.
Okay, that's the bottom line here. Thank you.