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Building a prosperous and peaceful South America is the only doctrine that suits us.
There are those who argue that advancing integration means giving up sovereignty.
But the true threats to our sovereignty are of a different nature.
They present themselves today in the form of war, of antidemocratic forces and
das forças antidemocráticas e do crime organizado. Passadas mais de quatro
décadas desde a Guerra das Malvinas,
the South American continent is once again haunted by the military presence of an
extraregional power. The limits of international law are being tested.
An armed intervention in Venezuela would be a humanitarian catastrophe for the
hemisphere and a dangerous precedent for the world. The strength of
democratic regimes is also being put to the test.
Brazilian democracy survived the harshest attack suffered since the end of the
sobreviveu ao mais duro atentado sofrido desde o fim da ditadura.
dictatorship. Those responsible for the attempted coup of January 8,
2023 were investigated, tried, and convicted in accordance with due process of law.
For the first time in its history,
Enfraquecer as instituições significa abrir espaço para o crime organizado.
A segurança pública é um direito do cidadão e um dever do Estado, independentemente
de ideologia.
willingness to confront criminal networks jointly. More than a decade ago,
we created a body of authorities specialized in anti- drug policies. This semester,
we created a body of authorities specialized in anti- drug policies. This semester,
we signed an agreement against human trafficking. We created a commission to
implement a common strategy against organized crime transnational.
We have established a working group specialized in asset recovery in order to
especializado sobre recuperação de ativos a fim de
choke off the sources of funding for illicit activities.
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Original transcript (Portuguese)
Construir uma América do Sul próspera e pacífica é a única doutrina que nos convém. Há quem argumente que avançar integração é abrir mão da soberania. Mas as verdadeiras ameaças à nossa soberania não são de outra natureza. Elas se apresentam hoje, sob a forma da guerra, das forças antidemocráticas e do crime organizado. Passadas mais de quatro
décadas desde a Guerra das Malvinas, o continente sul-americano volta a ser assombrado pela presença militar de uma potência extrarregional. Os limites do direito internacional estão sendo testados. Uma intervenção armada Venezuela seria uma catástrofe humanitária para o hemisfério e um precedente perigoso para o mundo.
A força dos regimes democráticos também vem sendo colocada à prova. A democracia brasileira sobreviveu ao mais duro atentado sofrido desde o fim da ditadura. Os culpados pela tentativa de golpe de 8 de janeiro de 23 foram investigados, julgados e condenados conforme o devido processo legal.
Pela primeira vez sua história, o Brasil acertou as contas com o passado. Enfraquecer as instituições significa abrir espaço para o crime organizado. A segurança pública é um direito do cidadão e um dever do Estado, independentemente de ideologia. O Mercosul demonstrou disposição de enfrentar as redes criminosas de forma conjunta.
Há mais de uma década, criamos uma instância de autoridades especializadas em políticas contra as drogas. Neste semestre, assinamos um acordo contra o tráfico de pessoas. Criamos uma comissão para implementar uma estratégia comum contra o crime organizado transnacional. Instituímos um grupo de trabalho
especializado sobre recuperação de ativos a fim de asfixiar as fontes de financiamento de atividades ilícitas.