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Concerns Over Military Conscription in Germany
Não tenho medo de que a Rússia nos ataque.
Há anos vejo que a Rússia ainda não nos atacou
e que nos
anunciam aqui que em breve teremos uma guerra com a Rússia.
Isso, para mim, é um absurdo total.
Somos contra o serviço militar obrigatório, porque o serviço militar obrigatório, ah, é a principal
preparação para a guerra aqui na Alemanha no momento.
É uma preparação para a guerra que deve nos envolver diretamente, ah,
no Exército,
que deve nos ensinar, ah, a atirar em pessoas.
Ah, esse serviço militar obrigatório, ahm,
no fim, significa que devemos atirar em jovens
que agora foram enganados
tanto quanto nós.
Por interesses que não são os nossos, por uma causa
que não serve à paz,
mas a algo completamente diferente, isto é, aos interesses de alguns
empresas de armamento e
políticos. Bem, temos de nos opor a isso.
Já tivemos isso antes. Já tivemos isso duas vezes.
E, bem, não quero uma terceira tentativa de uma
grande
guerra contra
a Rússia de antigamente, depois a União Soviética e agora novamente
a Rússia.
É por isso que estou aqui. Quero proteger os meus netos disso,
impedir que
alguma vez tenham de ir para uma guerra.
E é por isso que, bem, participamos nesta maravilhosa
greve escolar.
Dá-nos esperança, a nós mais velhos.
Está a atribuir à Alemanha, na Europa, um
papel de liderança militar.
E acho que isso é algo perigoso.
A Alemanha já iniciou duas guerras mundiais e atribuir agora à Alemanha um
papel de liderança militar, acho isso totalmente
louco.
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Original transcript (German)
Ich habe keine Angst davor, dass Russland uns überfällt. Ich sehe seit Jahren, dass Russland uns bisher nicht überfallen hat und man uns hier ankündigt, dass wir bald Krieg mit Russland haben. Das ist für mich absoluter Schwachsinn.
Wir sind gegen die Wehrpflicht, weil die Wehrpflicht, äh, die zentrale Kriegsvorbereitung hier in Deutschland gerade ist. Die ist 'ne Kriegsvorbereitung, die uns direkt einbinden soll, äh, in die Armee, die uns beibringen soll, äh, wie wir auf Menschen zu schießen haben.
Äh, diese Wehrpflicht, ähm, läuft letztlich darauf hinaus, dass wir auf Jugendliche, die jetzt genauso verarscht wurden wie wir, schießen sollen. Für Interessen, die nicht unsere sind, für eine Sache,
die nicht dem Frieden dient, sondern was ganz anderem, nämlich im Interesse von einigen Rüstungskonzernen und Politikern. Äh, dagegen müssen wir uns stellen. Das hatten wir schon mal. Das, äh, hatten wir schon zweimal.
Und, äh, ja, ich möchte keinen dritten Anlauf eines großen Krieges gegen früher Russland, dann Sowjetunion und jetzt wieder Russland.
Deswegen bin ich hier. Ich möchte meine Enkelkinder davor bewahren, jemals in einen Krieg zu müssen. Und deswegen, äh, beteiligen wir uns an diesem wunderbaren Schulstreik.
Der macht uns Älteren Hoffnung. Ist ja dabei, Deutschland in Europa eine Führungsrolle im Militär zuzuordnen. Und ich glaube, das ist eine gefährliche Sache. Deutschland hat schon zwei Weltkriege begonnen und Deutschland jetzt eine
Führungsrolle im Militär zuzuordnen, das finde ich total verrückt.