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Cuba's Role in African Independence Movements
Sob Fidel Castro, Cuba apoiou a luta contra o apartheid
e
o colonialismo em toda a África.
Nas palavras de Nelson Mandela, pela primeira vez, um país
viera de outro continente não para tirar algo, mas para ajudar
os africanos a conquistar a liberdade.
Soldados cubanos lutaram lado a lado com seus homólogos africanos para ajudar
a garantir sua independência. Muitos cubanos sentiam o dever de
lutar contra o imperialismo no continente.
Ao fim da Guerra Fria, quase 400 mil deles haviam lutado na
África, incluindo Argélia, RDC e Gana.
Havana também prestou apoio civil.
Enviou médicos, dentistas, enfermeiros, acadêmicos, professores
e engenheiros para a África. A cooperação afro-cubana melhorou
enormemente os setores de saúde de Burkina Faso, Gâmbia, Mali e
Níger.
A intervenção mais significativa de Cuba na África, contudo, foi em Angola.
Em meados dos anos 1970, o presidente Neto pediu ajuda a Castro.
Seu país estava sob ataque das forças sul-africanas e
de mercenários apoiados pela CIA. Com o apoio de Havana, Luanda
conseguiu repelir os invasores. 3.400 cubanos
deram suas vidas. A aliança com Cuba transformou Angola
socialmente. Havana enviou missões econômicas, técnicas e educacionais para
Luanda. Professores cubanos ajudaram a educar milhões de
angolanos. Muitos receberam bolsas de estudo para estudar em
Cuba.
Para muitos africanos, a ajuda de Castro ao continente representa
a
ideia de que ninguém é livre até que todos sejamos
livres, e é por isso que ele é aclamado como herói entre
os combatentes da liberdade na África.
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Original transcript (English)
Under Fidel Castro, Cuba supported the fight against apartheid and colonialism across Africa. In Nelson Mandela's words, for the first time, a country had come from another continent not to take something away, but to help
Africans to achieve their freedom. Cuban soldiers fought side by side with their African counterparts to help secure their independence. Many Cubans felt that they had a duty to fight against imperialism on the continent. By the end of the Cold War, almost 400,000 of them had fought in
Africa, including Algeria, DRC, and Ghana. Havana also provided civil support. It sent doctors, dentists, nurses, academics, teachers, and engineers to Africa. Afro-Cuban cooperation massively improved the health sectors of Burkina Faso, Gambia, Mali, and
Niger. Cuba's most significant African intervention, though, was in Angola. In the mid-'70s, President Neto asked Castro for help. His country was under attack from South African forces and CIA-backed mercenaries. With Havana's support, Luanda was
able to repel the invaders. 3,400 Cubans gave their lives. The alliance with Cuba transformed Angola socially. Havana sent economic, technical, and educational missions to Luanda. Cuban teachers helped educate millions of Angolans. Many received scholarships to study in
Cuba. For many Africans, Castro's help for their continent embodies the idea that no one is free until we are all free, and that's why he's hailed as a hero among
African freedom fighters.