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Flávio Bolsonaro's Legal Troubles and Controversies
People will get to know, they already know Jair Bolsonaro, they've already
seen him, sitting in the president's chair.
But now people will get to know a different Flávio Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro is being investigated by the Federal Police for
at least three suspected crimes, and those crimes
are quite serious.
He is being investigated for corruption, money laundering, capital flight
abroad.
Flávio Bolsonaro is a political figure
connected to organized crime.
The senator negotiates the transfer of about one hundred and thirty
four million reais to finance the production of the film
Dark Horse.
Banco Master's connection to organized crime, the
connection of funds related to Banco Master with public money,
and at the end of this line, what do we have?
Well, Senator Flávio Bolsonaro himself.
He says there’s nothing, then something turns up,
he says there’s nothing and
something turns up. Flávio Bolsonaro sent a 200,000-real
budget amendment to the militiaman, folks, in the Marielle case.
And he was the one who gave Ronnie Lessa, Marielle’s killer, the
rifle with which he fired dozens of shots there.
You awarded the Tiradentes Medal to Adriano da Nóbrega.
He was in prison for murder. He was one of the biggest hit men
in
Brazil. Why honor one of the biggest
killers in
Rio de Janeiro?
There are new skeletons in Flávio Bolsonaro’s closet, and there are
old bones too. The kickback scheme
was the diversion of part of the, the
salaries of Flávio Bolsonaro’s office staff.
This resulted in the purchase of properties, payment of expenses
personal expenses of Flávio Bolsonaro, and his family.
Former partner says friend gave Rolex to
Flávio and mentions lobbying. Messages, photos and documents
kept by Alexandre Santini indicate that people
close to the senator paid personal expenses and high-value gifts for him.
In this report, there is also the
The issue is the relationship with sex workers that
happened frequently.
Senator and presidential pre-candidate, Flávio Bolsonaro served as
the defense attorney for military police officer Bruno Dias de Laroli,
accused of killing the girl Ana Clara Machado, who was five
years old.
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Original transcript (Portuguese)
As pessoas vão conhecer, já conhecem o Jair Bolsonaro, já viram ele na, sentado na cadeira de presidente. Mas as pessoas agora vão conhecer um Flávio Bolsonaro. O Flávio Bolsonaro é investigado pela PF por pelo menos três suspeitas de crimes, e são crimes,
é, bastante graves. É investigado por corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas. Flávio Bolsonaro é um personagem político conectado com o crime organizado.
O senador negocia o repasse de cerca de cento e trinta e quatro milhões de reais para financiar a produção do filme Dark Horse. A conexão do Banco Master com o crime organizado, a conexão de fundos relacionados ao Banco Master com o dinheiro público,
e no final dessa linha nós temos o quê? Da, o próprio senador Flávio Bolsonaro. Ele diz que não tem nada, aí aparece alguma coisa, ele diz que não tem nada e aparece alguma coisa. Flávio Bolsonaro mandou emenda de duzentos
mil reais pro miliciano, gente, do caso Marielle. E foi ele quem deu pro Ronnie Lessa, o assassino da Marielle, o fuzil com o qual ele disparou dezenas de vezes ali. O senhor concedeu uma medalha Tiradentes ao Adriano da Nóbrega. Ele tava preso por homicídio. Era um dos maiores assassinos de aluguel
do Brasil. Por que homenagear um dos maiores matadores do Rio de Janeiro? Há no armário do Flávio Bolsonaro esqueletos novos e há
também ossadas antigas. O tempo da rachadinha era um desvio de parte do, do salário dos funcionários do gabinete do Flávio Bolsonaro. Isso resultou a compra de, de imóveis, pagamento de despesas pessoais do Flávio Bolsonaro, de sua família.
Ex-sócio diz que amigo deu Rolex a Flávio e cita lobby. Mensagens, fotos e documentos guardados por Alexandre Santini indicam que pessoas próximas ao senador pagaram despesas pessoais e presentes de alto valor a ele. Nessa reportagem, há também a
questão, é, da relação com garotas de programa que aconteciam com frequência. Senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro, atuou como advogado de defesa do policial militar Bruno Dias de Laroli, acusado de matar a menina Ana Clara Machado, de cinco
anos.