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Criticism of Lula's Political Actions
No, no apoyo a Lula, no quiero apoyar a Lula,
porque creo que
apoyar a Lula para mí sería traicionarme a mí misma.
Fui una persona que sufrió mucho a manos de Lula, una persona que fue traicionada por
él.
No puedo, en ningún momento, apoyar a un hombre
que,
que acabó con mi vida, ¿cierto? Él…
¿cómo puedo apoyar a un hombre
que
me ofreció dinero cuando supo que estaba embarazada de un hijo suyo, él
me ofreció dinero para que abortara.
¿Qué confianza puedo tener en ese hombre? ¿Qué puede hacer por este Brasil?
Fue al hospital el día que nació Lurian por la tarde.
Ella nació por la mañana, él fue por la tarde, pero no fue a la habitación, solo fue al
nido. Luego, al día siguiente, fue a la habitación.
Estaba con amigas, con la madrina de Lurian, en la habitación,
él llegó con un amigo.
Entonces les pedí a todos que salieran del cuarto y quise quedarme a solas con él un
minuto. Y Lurian estaba en el cuarto conmigo.
Tomé a Lurian y se la puse en brazos y le dije: "Ahora mátala".
Porque cuando estaba en mi vientre, no lo permití.
No, fue después de cuatro años de vida que ella fue
a conocerlo en el sindicato,
él, sabiendo que estaba enferma por su ausencia, se negó a visitarla.
Ahora pienso que esos curas que lo están apoyando, el catolicismo que es tan
contrario al aborto, ¿estarán apoyando al hombre correcto?
Otra cosa, Lula siempre fue un hombre racista.
Nunca soportó a los negros.
Cuando salíamos,
decía que detestaba a los negros, aparecían artistas negros en la televisión
o personas negras y se ponía nervioso.
¿Cómo es hoy?
Otra cosa que dijo en Estado de São Paulo, en julio, en una entrevista que
dio un domingo,
en la que el periodista le preguntó respecto a lo que dijo en el primer
momento de
mi entrevista, cuando aparec— cuando apareció mi hija, y dijo
que, lamentablemente, vive en Brasil.
Solo quería transmitirles esto a todos, que estoy aquí voluntariamente.
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Original transcript (Portuguese)
Não, não apoio o Lula, não quero apoiar o Lula, porque eu acho que apoiar o Lula pra mim seria trair a mim mesma. Eu fui uma pessoa que sofri muito na mão do Lula, uma pessoa que fui traída por ele.
Eu não posso, momento algum, apoiar um homem que, que acabou com a minha vida, certo? Ele... como é que eu posso apoiar um homem que
me ofereceu dinheiro quando ele soube que eu estava grávida de um filho dele, ele me ofereceu dinheiro pra mim abortar. Que confiança eu posso ter nesse homem? O que que ele pode fazer por esse Brasil? Ele foi no hospital no dia que a Lurian nasceu, à tarde. Ela nasceu de manhã, ele foi à tarde, mas não foi ao quarto, ele só foi no
berçário. Aí no dia seguinte ele foi no quarto. Eu estava com amigas, com a madrinha da Lurian, no quarto, ele chegou com um amigo. Aí eu pedi pra que todos saíssem do quarto e eu quis ficar com ele sozinho um minuto. E a Lurian estava no quarto comigo.
Eu peguei a Lurian e entreguei no colo dele e falei: "Agora você mata". Porque quando ela estava na minha barriga, eu não permiti. Não, depois de quatro anos de vida que ela foi conhecê-lo no sindicato, ele sabendo que ela estava doente pela ausência dele, ele se negou a visitá-la.
Agora eu acho que esses padres que estão apoiando aí, o catolicismo que é tão contra aborto, será que tão apoiando o homem certo? Uma outra coisa, o Lula sempre foi um homem racista. Ele nunca suportou negro. No nosso tempo de namoro,
ele dizia que ele detestava negro, aparecia artistas negros na televisão ou pessoas negras, ele ficava nervoso. Como é que ele fica hoje? Uma outra coisa que ele disse no Estado de São Paulo, em julho, numa entrevista que ele deu num domingo,
que o jornalista questionou ele com relação ao que ele disse no primeiro momento da minha entrevista, quando foi aparec-- quando apareceu a minha filha, e ele disse que infelizmente ele mora no Brasil. Eu só queria passar isso pras pessoas, que eu tô aqui espontaneamente.