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Critique of Modern Economic Systems
Você já parou para pensar em como todo esse arranjo é completamente ridículo?
Você nasce, abre os olhos, e respira pela primeira vez
de ar, e bum, você já está em dívida.
Você já está devendo para um cara de terno que nunca viu.
Pense bem. Tudo o que você precisa para sobreviver já estava aqui.
O pacote completo. A Terra forneceu tudo de graça.
Ninguém o fabricou. Ninguém construiu uma fábrica para produzir o planeta.
Mas, de alguma forma, por um golpe magnífico de absurdo burocrático, você nasceu devendo isso a alguém.
Olhe para as árvores.
As árvores frutíferas estavam apenas ali.
Elas cresceram da terra inteiramente por conta própria,
derrubando comida de graça na grama por milhões de anos. O que elas fizeram?
Um cara com uma prancheta e um corte de cabelo ruim coloca uma cerca ao redor do pomar,
cola um código de barras em uma maçã vermelha brilhante e a vende de volta para você.
Eles não inventaram a maçã, mas você está pagando por ela.
E a água! Esta é a minha parte favorita.
A chuva cai do céu, certo? Corre para os rios,
alimenta civilizações inteiras por milhares de anos. É a definição de um serviço público gratuito.
Então algum sociopata corporativo olha para uma fonte na montanha e diz: ei, vamos bombear isso para um cilindro de plástico,
colar a foto de uma geleira nele e cobrar desses otários dois dólares cada para não morrerem de sede.
E nós compramos.
Depois tem a terra, o solo.
O planeta era apenas uma grande rocha girando no espaço,
cuidando da sua própria vida, muito antes de qualquer ser humano decidir desenhar linhas invisíveis imaginárias por toda ela.
Mas agora?
Se você quiser ficar de pé em um pedaço de terra,
se quiser um lugar para dormir onde não esteja chovendo ativamente na sua cabeça, você precisa de uma escritura,
um título, uma hipoteca e um plano de pagamento de 30 anos com taxa de juros variável.
Você precisa de permissão para ficar de pé na terra.
Será que sou o único que acha que isso é uma forma de insanidade coletiva?
Tudo o que você precisa, água, comida, abrigo, já estava aqui, mas eles trancaram tudo.
E agora você tem que alugar a sua própria sobrevivência.
E a genialidade absoluta de todo esse golpe,
a verdadeira cereja no topo do bolo,
se você sugerir que talvez, apenas talvez, simplesmente existir sem dívidas não devesse ser um crime,
eles olham para você como se devesse estar em uma camisa de força.
Uma vida livre? O que você é, um lunático?
Você quer existir sem um ciclo de cobrança?
Arrume um emprego, seu vagabundo.
Eles realmente nos convenceram de que existir sem dívidas, sem contas, sem implorar por permissão para estar vivo no planeta em que você nasceu é uma fantasia maluca.
Quem diabos nos convenceu de que é assim que as coisas deveriam ser?
Nós acreditamos na maior mentira da história do mundo: a de que você tem que pagar só para estar aqui.
E então vem o grand finale,
o insulto final.
Depois de 70, 80 anos correndo nessa roda de hamster, seu coração finalmente pifa, os batimentos zeram,
você pensa: 'Ah, finalmente estou livre, as contas pararam, desliguem os aparelhos, estou fora.'
Errado, meu amigo. Bem-vindo ao imposto de saída.
Isso mesmo, custa dinheiro para deixar o planeta, você tem que pagar para morrer.
Eles cobram da sua família em luto uma conta de dez mil para colocar você em um caixão de mogno brilhante com alças de latão e travesseiro de veludo.
Você está morto,
não precisa de travesseiro,
não está recuperando o sono.
Depois, enchem suas veias de formol industrial porque Deus nos livre de você se decompor naturalmente e devolver algo para a terra que alugou por oito décadas.
Não, temos que preservar você para que fique bem-apresentável para os vermes.
E depois cobram de você por tudo,
você achava que o mercado imobiliário estava ruim para os vivos.
Tente comprar um lote de terra de dois por um quando estiver morto, precisa de escritura, taxa de manutenção do cemitério e um peso de papel de granito só para te segurar.
Você chega devendo pelo ar e vai embora devendo pela terra.
É um ciclo maravilhosamente fechado de insanidade financeira, pessoal, e nós simplesmente continuamos agradecendo a eles pelo privilégio.
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Original transcript (English)
Have you ever stopped to think about how completely ridiculous the whole arrangement is? You're born, you open your eyes, you take your first breath of air, and boom, you're already on the hook. You're already in debt to some guy in a suit you've never met. Think about it. Everything you need to survive was already here.
The whole damn package. The earth provided it for free. Nobody manufactured it. Nobody built a factory to churn out the planet. But somehow, by some magnificent stroke of bureaucratic nonsense, you were born owing somebody for it. Look at the trees. The fruit trees were just sitting there.
They grew out of the dirt entirely on their own, dropping free food on the grass for millions of years. What did they do? Some guy with a clipboard and a bad haircut puts a fence around the orchard, slaps a barcode on a shiny red apple, and sells it back to you. They didn't invent the apple, but you're paying for it.
And the water! This is my favorite part. The rain falls from the sky, right? Flows into the rivers, feeds entire civilizations for thousands of years. It's the definition of a free public utility. Then some corporate sociopath looks at a mountain spring and says, hey, let's pump that into a little plastic cylinder, slap a picture of a glacier on it, and charge these suckers two bucks a pop so they don't die of thirst.
And we buy it. Then there's the dirt, the land. The planet was just a big rock spinning in space, minding its own business, long before any human being decided to draw imaginary invisible lines all over it. But now?
If you want to stand on a piece of dirt, if you want a place to sleep that isn't actively raining on your head, you need a deed, a title, a mortgage, and a 30-year payment plan with an adjustable interest rate. You need permission to stand on the earth. Am I the only one who thinks this is a form of collective insanity?
Everything you need, water, food, shelter, was already here, but they locked it up. And now you have to rent your own survival. And the absolute genius of the whole scam, the real cherry on top, if you suggest that maybe just maybe simply existing without debt shouldn't be a crime,
they look at you like you belong in a straitjacket. A free life? What are you, a lunatic? Do you want to exist without a billing cycle? Get a job, you bum. They have actually convinced us that existing without debt, without bills, without begging for permission to be alive on the planet you were born on is a crazy fantasy.
Who the hell convinced us that this is how it's supposed to be? We bought the biggest lie in the history of the world that you have to pay just to be here. And then comes the grand finale, the ultimate insult. After 70, 80 years of running on this hamster wheel, your ticker finally gives out, you flatline,
you think, ah, finally, I'm free, the bills have stopped, cut the cord, I'm out. Wrong, my friend. Welcome to the exit tax. That's right, it costs money to leave the planet, you have to pay to die. They hit your grieving family with a bill for 10 grand to put you in a shiny mahogany box with brass handles and a velvet pillow. You're dead,
you don't need a pillow, you're not catching up on your sleep. Then they pump your veins full of industrial formaldehyde because God forbid you just decompose naturally and give a little something back to the dirt you've been renting for eight decades. No, we have to preserve you so you can look your best for the worms. And then they charge you for the whole,
you thought the real estate market was bad for the living. Try buying a six by three plot of dirt when you're dead, you need a deed, a cemetery maintenance fee and a granite paperweight just to hold you down. You come in owing them for the air and you go out owing them for the dirt. It's a beautifully closed loop of financial insanity, folks, and we just keep thanking them for the privilege.