Political Commentary on PT and Personal Struggles
O PT destruiu a minha vida três vezes e eu vou mostrar pra vocês como eu vou
conseguir a minha vingança. A minha história é marcada por sabotagens
tocadas pelo
PT e seus asseclas. Isso me fez abandonar minha vida pessoal,
empresa,
faculdade, sonhos, tudo em prol dessa vingança que nós vamos
realizar juntos
esse ano. A sabotagem número um aconteceu quando eu
passei na faculdade de direito
mais concorrida do Brasil, a faculdade de direito da USP.
Lá saíram muitos presidentes da República, poetas e intelectuais que moldaram a
história do Brasil. Gente que vai do Olavo Bilac ao Ives
Gandra, do Jânio
Quadros ao Álvares de Azevedo, do Michel Temer à maioria dos presidentes
da
velha república. Eu entrei na faculdade, que infelizmente já era dominada pela
esquerda nesse período, e vi tudo aquilo que vocês imaginam:
boas aulas e, ao
mesmo tempo, greve de estudantes com participação de
professores.
Foi nessa época que um professor, Jorge Luiz Souto Maior,
participava das greves
com os estudantes. Guarde o nome desse homem.
Ele é um juiz de extrema-esquerda, que escreve pra veículos petistas e que
destruiu
a atividade econômica na cidade de Jundiaí e região, local em que ele era também
juiz do trabalho. Nesse período, eu descobri: um,
que direito não era pra mim e
dois, que aquele ambiente de esquerda não tinha
nada a ver com uma pessoa que
gostava muito de trabalhar e criar coisas.
Foi ali que eu abandonei a faculdade pra fazer a coisa que eu mais gosto de fazer
em toda a minha vida: trabalhar. Segunda sabotagem do PT:
a destruição da economia.
Eu começo trabalhar aprendendo com meu pai com recuperação de empresas que estavam
quebradas. Foi um período incrível.
Tive que aprender a trabalhar com financeiro, com vendas, com produção.
Atuei nas mais diversas áreas e a mais especial, que foi a empresa que eu
administrei, e detalhe, haters, que eu nunca fali,
era uma empresa de portas e
janelas de aço. Sabe aquela porta de aço, aquela janela com gradil de aço que tem
nas casas do Brasil? Bem típico. Eu fiz milhares delas.
Peguei a empresa fechada, devendo pra todo mundo,
com cinco meses de salário
atrasado. Consegui botar ela pra andar. Briguei com o sindicato.
Recuperei os clientes. Colocamos uma centena de pessoas pra
trabalhar ali de volta,
recuperando seus empregos, tendo seu ganha-pão.
E fomos muito bem de 2009 até 2013, até que o modelo econômico do PT,
baseado no Minha Casa, Minha Vida, destruiu parte do setor de construção no
Brasil.
Meus clientes quebraram, meus clientes deram calote e o professor
da minha
faculdade, lembra dele? Era o juiz que queria condenar a gente em
absolutamente
todos os casos, até a empresa perder a nota fiscal e não
ter como operar.
Eu, assim como dezenas de milhares de empresas
brasileiras à época, tivemos que
parar nossa produção. Foi o início da famosa crise que fechou
empresas e levou o
fim do governo Dilma Rousseff. O que eu aprendi recuperando essa empresa
de porta
virou uma lição pro resto da minha vida.
Eu gerei centenas de empregos nesse período e,
depois a fundar a revista Valet e
o time do partido Missão, eu empreguei não dezenas, nem centenas,
mas milhares de
pessoas, que hoje ainda operam a segunda maior
revista de política e cultura do
Brasil e uma editora de livros presente nas maiores livrarias do Brasil, a única a
ter os livros do Charlie Kirk no seu catálogo.
Além de criar, com o nosso time de programadores,
a primeira rede social de direita
do Brasil, permitindo que pessoas divulguem suas
ideias.
São milhões de reais em faturamento e uma cadeia que envolveu centenas e até
milhares de pessoas trabalhando nisso ao longo dos últimos anos.
Terceiro caso: sabotagem ideológica e corrupção do PT.
Além de trabalhar na minha empresa, eu ajudava o meu pai na empresa que ele
administrava. Sempre fui um filho bom e presente e
sempre gostei de trabalhar.
Uma das empresas que estava no processo de recuperação judicial, cumprindo com o
plano de recuperação judicial, foi literalmente sabotada por um juiz
trabalhista,
que manda fechar suas atividades e obriga, ele próprio, juiz, a demitir todos os
funcionários. O juiz, aquele meu ex-professor petista de direito
do
trabalho na faculdade de direito, aquele que gostava de fazer greve.
Só pra ser claro sobre o juiz, ele não é qualquer juiz.
Na matéria da Exame, ele é chamado de juiz Robin Hood.
Ele é o mais radical juiz da Justiça Trabalhista.
Ao mesmo tempo, sempre gostava de desfilar de carrões de
luxo, porque ser
socialista dá muito trabalho, cê precisa ter um luxo também.
Esse socialista destruiu a empresa do meu pai, mas não apenas ela.
Ele destruiu todas as empresas da região.
O distrito industrial de Jundiaí, que já foi um dos maiores de São Paulo,
foi
destruído por um juiz trabalhista.
Foi vendo a perseguição ideológica tocada não só contra mim, não só contra meu pai,
mas contra todos os empresários da região, e vendo que o Brasil era um país que não
funcionava, que eu decido largar tudo, abandonar uma vida de trabalho de uma
pessoa
muito capaz, abracei as manifestações de 2013,
já contra o governo
PT, crio o movimento Brasil Livre e tive a
primeira das minhas vinganças.
Derrubamos Dilma Rousseff, tomando as ruas e o Congresso com uma
agenda
anticorrupção. Em 2017, eu tive a minha segunda vingança.
Nós apoiamos nas ruas e ajudamos a passar a reforma trabalhista.
E adivinha quem tava na televisão falando contra ela?
Sim, esse mesmo juiz do trabalho, esse mesmo ex-professor petista.
Infelizmente, o bolsonarismo deixou o Lula sair da
cadeia e o PT retornar ao poder.
Mas agora, diante de vocês, nós temos a chance de juntos construirmos
a minha
última vingança. Eu quero não apenas derrotar o PT nas
ruas, eu quero derrotar o PT
nas urnas. Eu quero eliminar o PT da história do
Brasil.
Tudo isso pra que eu e milhões de outros brasileiros que só queriam estudar,
trabalhar e produzir, apenas realizem os seus sonhos.
E que o Brasil seja o país, não do juiz Robin Hood,
que recebe supersalário.
E que o Brasil seja não um país da inoperância,
da ideologia maldita da esquerda,
mas o Brasil do trabalho, o Brasil dos sonhadores e o Brasil dos
empreendedores.
Essa é a primeira caixa preta que eu abro sobre a minha história.
Logo mais teremos algumas novas, respondendo ataques vagabundos que nós
temos por
aí. Te convido não apenas a me conhecer um
pouco mais, mas também me ajudar na
minha vingança. Vote catorze, vote Renan Santos.
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