Critique of Brazilian Football Players
Fui cancelado por conta das minhas opiniões sobre o desempenho da seleção brasileira
Especialmente desses jogadores vendedores de betes que são ídolos de boa parte dos brasileiros
E não, não vou pedir desculpas
Minha postura com vocês é sempre te falar a verdade
Mesmo quando você e eu vamos discordar
Quando discordamos respeitosamente, criamos amizade verdadeira
E quando eu te engano falando o que você quer ouvir, eu te trato como um otário
Eu preciso falar sobre esse comportamento infantil desses jogadores brasileiros
Porque isso infelizmente influencia as pessoas, as gerações mais novas
E a gente começa a adotar um comportamento muito ruim pra nossa própria vida pessoal
Então vamos começar aqui
Veja só o comportamento do Matheus Cunha mostrando as suas 5 estrelas da Copa do Mundo pro Japão
Após o Brasil derrotar o Japão
Nossa hein, o Japão que nem sabia jogar futebol até 10 anos atrás tá com muita inveja dos 5 títulos do Brasil
Títulos esses que não tem nenhuma relação com o Matheus Cunha
Quando o Brasil faz gol contra o Haiti, um país em que as pessoas estão comendo terra
Os jogadores já correm pra fazer suas danças sensuais
Eles precisam ser vistos nas redes sociais
E a parte mais interessante é que toda vez que esse jogador brasileiro é confrontado
Ele corre pra falar
Não, eu tenho 5 títulos, respeito o Brasil
Tem quem respeitar?
Meu amigo, eu vou falar a real
Não tem quem respeitar.
Se fosse o Brasil do Pelé, tinha que respeitar.
Se fosse aquelas seleções maravilhosas do Garrincha, do Gerson ou do Rivellino,
tem quem respeitar.
Tinha que respeitar a geração de 2002.
Tinha que respeitar até os times que não foram campeões.
O Brasil de 78, o Brasil de 82.
Respeito máximo pra todos.
Mas não tem quem respeitar uma seleção de chinelinho, de vendedor de bete,
de gente emocionalmente fraca,
de gente que se comporta como influencer o tempo todo,
de gente com síndrome de protagonista,
que se apropria das glórias de outros brasileiros
sem sequer terem ido, por exemplo, no enterro do Pelé.
O que esses jogadores me parecem é aquele tipo de filho mimado
de uma família que foi muito rica e que hoje não é mais rica
e fica ainda ostentando de maneira arrogante suas glórias do passado.
Ei, veja só a incrível mansão que meu pai tem no Morumbi, em São Paulo.
Mansão caquética, quebrada, cheia de infiltração.
O futebol brasileiro é um futebol infelizmente decadente,
cuja confederação é administrada pelo Gilmar Mendes,
que convocou o Neymar porque os patrocinadores mandaram.
E é profundamente corrupta.
E tá pouco se lixando pra própria história.
A história do futebol brasileiro só é lembrada na hora de poder gritar
que é penta, quando o mundo já não liga pra isso.
Noruega não tem nenhuma tradição no futebol.
E mesmo assim formaram jogadores que são seres humanos melhores,
muito mais humildes, que derrotaram a gente, não tribudiaram a gente
e estão aí apenas curtindo a Copa do Mundo.
E qual é a resposta dos brasileiros?
Responder com um creu, uma dança sexualizada?
É isso?
Essa geração de jogadores de futebol representa também a geração de influenciadores como a Virgínia,
de empresários como o Borcaro, de políticos midiáticos e gente como Pablo Marçal,
Nicolas Ferreira, a Erika Hilton.
Tá na hora da nossa geração conquistar as próprias glórias
e não viver das glórias do passado em todas as horas.
Quem construiu o nosso Águia e que paga a conta foram outras pessoas.
Quem construiu a Embraer foram outras pessoas.
Quando é que o Brasil vai construir as próprias histórias agora, hoje?
Larguemos essa arrogância ridícula que se tornou a base dos nossos jogadores de futebol
e tenhamos a ambição e a humildade de entender que agora é hora de fazer coisas novas.
Eu, como pré-candidato a presidência da República, proponho isso
e eu convido você a fazer parte dessa aventura.
Meu nome é Renan Santos e eu sou pré-candidato à presidência da República.
End of transcript · 667 words