Jogador fala sobre a torcida e o impacto de Daniel Thioune
Jogo para fazer as pazes com a torcida, né?
Depois do que aconteceu em Hamburgo, a torcida não quis falar com vocês,
aí depois teve o discurso lá no estádio, no Volksparkstadion também,
falando para dar suporte.
Como é que tava o clima com a torcida antes da vitória contra o Heidenheim
e especialmente hoje, né? Eu vi que tinha uma faixa lá que era entregar tudo para continuar na primeira divisão, né?
Então, depois do jogo do Hamburgo, o clima não tava tão bem,
mas durante a semana encontramos os chefes lá da torcida também, né?
Eles falaram que a situação em Hamburgo era melhor a gente entrar e não chegar perto da torcida,
porque tava muito... ah, perde um jogo assim, né, importante, como é que a gente perdeu,
é normal, é normal que a torcida fica puta, fica chateada.
Então mandaram a gente entrar, mas eu tô aqui há sete anos,
eu sei que a torcida sempre fica atrás da gente,
que não importa se tá em último ou em primeiro, sempre apoiam a gente,
mas eu acho que com vitória é bem melhor, né?
O time não vencia dois jogos nessa temp... aliás, não venceu nenhuma vez dois jogos nessa temporada.
É a primeira vez que isso acontece. O que que mudou?
Eu vi que teve até uma campanha que é "não temos medo, temos fé", né? Alguma coisa mais ou menos assim.
Como é que mudou a mentalidade de vocês? O que que o Daniel Thioune vem trazendo também pra vocês nesse sentido?
Ah, ele mostrou... mudou bastante coisa, né?
Acho que ele conseguiu chegar mais perto do time, mostrar mais pro time
como é que é a maneira que a gente quer jogar.
E, falando sério, ele não começou bem, né? Os primeiros seis jogos ele não ganhou.
Como treinador novo é difícil também essa situação,
mas eu acho que depois... mas durante também os jogos que a gente perdeu,
ele sempre manteve a direção dele,
e agora a gente tá começando a jogar o futebol dele.
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