Argument Over Child's Purchase
Venha, não faz mais isso não.
Tu não faz mais isso não. Tu não faz mais isso não.
Ó bicho, que marrentada é tu, tu sabinha.
Não.
Só que com dez reais.
Não, meu amor. Não.
Não, óia, não. Eu sei. Óia, quanto mais eu imaginar, mais não,
porque esse menino
veio com dez reais. Que a Silvana nem sabe quando eu mando ele
vim aqui é com dois
reais, cinco. Não é com dez real não.
Não, eu só fico sabendo.
Não é com dez reais não. Tinha queijo lá em casa pra não roubar da
irmã pra comprar
tanto de figurinha.
Mas o menino veio aqui comprar as coisas, né?
Eu não tenho nada a ver não, meu amor.
É, é.
Aqui ó. E me arruma pra ele outras porras. Comprou um bombom, traz tudinho.
Segura a segunda pequena.
Isso aí não faça mais não.
Cadê o outro desse aqui? Foi só um que ele comprou?
Foi. Silvana, meu amor, deixa eu ver nas câmera foi que esse
menino dessa vez, onde
que comprou, pelo amor de Deus.
Claaara, vamos prestar atenção.
Era a Silvana que tava aqui ou era-
Eu.
Era Silvana que tava aqui.
Hum.
Mas tu foi errado, sabe?
Não, meu amor. Não foi errado.
Tu foi. Tu foi.
Não foi. Eu vou pegar na câmera.
Pode ir, pode pegar.
Porque eu não
tenho culpa, não. Eu não tenho culpa. Eu não tenho culpa.
Eu não tenho filho vem aqui não. Não tenho. Eu vou pegar na câmera.
Pode pegar. Pega, pega.
Eu não tenho culpa,
não. Sua filha da puta.
Uma criança vir com dez reais.
Eu não tenho culpa. Não vou pagar.
Tu fala.
Falo não.
Eu não
falo.
Vindo com dez reais comprar coisa de bombom e um Iatã da morte.
Tu vai me pagar esse-
Foi, foi.
Esse que tu pegou tu vai me pagar.
Pode vim, pode vim.
Tô tendo medo não.
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