Brazil's 2026 Elections and Global Impact
Qual é a perspectiva que o resto do mundo tem dessas eleições que vão acontecer no
Brasil em 2026? A próxima eleição do Brasil,
ela não vai ditar só os
próximos quatro anos, ela vai ditar o próximo século e meio do
Brasil.
Eu vou te explicar em dois minutinhos o porquê que esse é o maior ponto de
inflexão
que já aconteceu na história do Brasil desde que aboliram a escravidão.
Nesse momento, o Brasil tem dois candidatos que têm um
caminho muito bem demarcado.
O Lula representa um governo de esquerda e o Flávio Bolsonaro representa um governo
de direita. E a partir daí temos que partir de três
pressupostos.
O primeiro é que os Estados Unidos é um império em ruínas.
Aquele país acabou, tá num buraco, ele não consegue se recuperar da crise
financeira, a indústria foi pro saco e muito em breve
o mundo vai parar de girar
em torno do dólar. É a única coisa que mantém os Estados
Unidos de pé hoje, é que
todos os contratos, todas as negociações internacionais são
lastreadas em dólar.
Isso é muito importante pros Estados Unidos, isso vai acabar muito em breve.
O segundo pressuposto é que a China já é o país número um do mundo.
Já faz algum tempo que a China ultrapassou os Estados Unidos como país, é só você
olhar em volta que você entende isso.
Tudo que você consome vem de lá, o que significa que tudo que todo mundo
compra,
vem de lá também. E o terceiro pressuposto é que se esse
raciocínio fizer sentido
na sua cabeça, você vai seguir aqui o perfil pra gente
falar mais vezes sobre esse
tipo de assunto. Nesse momento existe uma união entre dez
países, incluindo
China, que é o braço fabril do mundo inteiro,
Rússia, que tem uma indústria bélica
estabelecida, o único país que consegue bater de frente
e se defender dos Estados
Unidos, Índia, que tem um contingente populacional
absurdo, de muita
gente consumindo e produzindo coisa ao mesmo tempo, o tempo todo.
A Índia é uma máquina de fazer dinheiro, tá?
E Brasil, que produz alimento pro mundo inteiro.
Muita das coisas que o mundo inteiro consome todos os dias, vem do Brasil.
O Brasil é o maior produtor de muita dessas coisas.
E esses países que fazem parte desse grupo, dessa união, vão ser os
novos líderes mundiais. O Brasil unido à Rússia, China, Índia,
não tem União Europeia, não tem Estados Unidos,
não tem ninguém que consiga ficar
na frente de uma união dessa magnitude.
Nós estamos a falar aqui de uma união que agrega quase metade da população mundial
inteira e quarenta por cento do dinheiro que circula no mundo, tá dentro desses dez
países. Enquanto que, por outro lado, se o Brasil virar as costas à essa união e
fechar com os Estados Unidos, o Brasil não só vai cair no mesmo buraco
que os
Estados Unidos vai cair, que já tá caindo, como não se esqueçam, os Estados Unidos
é um país colonialista, o que significa que se ele tiver que
arrancar um pedaço do
Brasil pra sobreviver por mais dois ou três anos, ele vai arrancar esse pedaço.
Então as eleições do Brasil esse ano, pelo menos numa perspectiva internacional,
ela vai definir de que lado do muro o Brasil vai ficar quando a nova ordem
mundial se estabelecer. E se você pensa que isso é loucura,
que isso não tá
acontecendo, o tarifasso no Brasil foi nada mais,
nada menos do que uma chibatada
nas costas do Brasil, dizendo pra ele escolher um lado,
se ele fecha com o BRICS
ou se ele fecha com os Estados Unidos.
Inclusive, o Trump já falou publicamente que vai
dobrar essa tarifa pra qualquer
país do BRICS que vire as costas ao dólar.
Isso porque o Trump tem plena consciência de que se o BRICS se consolidar de fato e
bater o pé, não tem nada que os Estados Unidos,
um império em ruínas,
possa fazer a respeito. Mas tem outro ponto nessa história que é
tão importante
quanto isso e não tem ninguém falando sobre, mas toca muito mais na política
interna, no que acontece dentro do Brasil.
Segue aqui o perfil que é pra gente trocar essa ideia no próximo vídeo.
Não esquece, não.
End of transcript · 720 words