Rogério Marinho defende liderança de Flávio Bolsonaro a partir dos EUA
Vamos direto à Brasília, onde fala agora o senador Rogério Marinho,
que foi
coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro.
Especialmente se coloca como líder, né, e não como-
Uma segunda versão. Desculpa.
A, a definitiva, né? A que ele, de fato, tá endossando em se
colocando como líder. De fato,
é, Flávio, pelo número de votos que teve, pelo papel que
desempenhou nas últimas eleições, é hoje, é,
a maior expressão da direita no Brasil.
Ele quer que justifique essa mudança, líder?
Eu acredito que deve ter havido algum problema na confecção da
carta. O fato é que o que está lá,
é, no seu Twitter, que é o, a sua manifestação oficial, ele se
autodenomina como líder. E é um fato, ele é um líder no Brasil.
Senador, o senhor acha que ele consegue exercer a
liderança dos Estados Unidos?
Consegue li-liderar a oposição dos Estados Unidos?
Olha, é, na verdade, é o que, é o que,
é o que ele pode fazer, né? Porque aqui no Brasil é impossível,
pelo menos
pelos sinais que estavam sendo demonstrados, que ele pudesse
exercer esse papel, que é um papel absolutamente natural,
porque quando
ocorre uma eleição, é, Geralda, em qualquer lugar do mundo, pelo menos nas
democracias consolidadas, passado o processo eleitoral,
né, quem perde faz oposição a quem ganha, agora livre
e não encarcerado, né, e não sobre ameaça, e não com seu
passaporte retido, e não sobre, é,
uma situação em que a sua família também está em jogo e tá em
risco a liberdade de todos eles.
Líder, líder, como é que a gente organiza aqui esse
negócio?
Se autodenomina presidente, hã, isso não tem nenhum
problema pra vocês, mesmo que tenha sido um erro.
Foi um erro que perdurou ali pelo menos durante uma hora e vinte minutos.
O senhor não, não acha que isso é errado?
Olha, eu não, eu não...
Só complementando, ele inclusive alega suposta fraude
eleitoral
nessa carta.
Não, a, a gente vai responder uma pergunta,
depois a outra, né?
Então, a primeira pergunta, eu j-- a primeira resposta que eu dei foi nessa
direção. A carta que é oficial e que ele
assume é aquela que está no seu Twitter, que se ele coloca como líder.
A segunda... Aí você tem que perguntar a ele,
ele não tá aqui.
A segunda pergunta, qual foi?
Sobre fraude.
Que ele reitera, ele reitera a suposta fraude.
Olha, o,
o Flávio está nos Estados Unidos,
exilado, levou toda a sua família.
Vocês devem imaginar o que é a ruptura da relação dos seus, das
suas filhas, né, da sua esposa, né?
E certamente tá fazendo um desabafo em função dos resultados que foram
colocados no segundo turno, que foram inesperados pra todos nós,
inclusive pra praticamente toda a sociedade brasileira.
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