Concerns Over Electronic Voting Security
O vídeo que eu vou te mostrar agora foi censurado pelo TSE e corre
o risco de também ser censurado aqui no meu perfil.
Então salva esse vídeo e compartilha.
É muito importante você compartilhar com o máximo de pessoas.
Presta atenção em tudo que esse ex-programador de sistemas vai
falar sobre a vulnerabilidade das urnas eletrônicas.
TSE desmontou uma urna ao vivo em rede nacional pra comprovar
que ela é segura. Eu sou programador e aquilo não provou
nada.
Eu programo desde os doze anos de idade.
Passei a vida construindo produtos de tecnologia.
Trabalhei no Nubank, dentro do sistema financeiro.
Se tem uma coisa que eu entendo é como os computadores funcionam.
Por isso que eu assisti aquela cena com desconforto.
Abriram a máquina diante das câmeras, mostraram a placa-mãe, as
mídias, o compartimento dos votos.
Como se fraude deixasse marca no plástico.
Fraude em software não aparece no hardware.
Mostrar o circuito e dizer: "Viu? Não tem nada aqui", é
como mostrar que um livro fala a verdade mostrando a qualidade do
papel. E a urna nem é a parte que mais me
preocupa.
Na última eleição presidencial, cento e vinte e quatro
milhões de brasileiros votaram, espalhados em quatrocentos e
setenta e dois mil seções eleitorais.
Todos esses votos foram consolidados em poucas horas,
por um único sistema. E o resultado
saiu na mesma noite. Agora deixa eu te contar uma coisa que
todo programador sabe: somar votos
é código e o comando que soma é tão simples quanto o
comando que altera.
Duas linhas parecidas. Uma conta o seu voto, a
outra troca o seu voto. Um erro de cálculo, um
bug, uma linha maliciosa e a diferença some
dentro da máquina. No Nubank eu aprendi a regra número um do
dinheiro: absolutamente tudo precisa ter rastro.
Cada centavo é conferido por sistemas independentes.
Se um número não bate, o sistema trava e acusa.
Ninguém pede pra você confiar. O sistema é desenhado pra
você não precisar confiar. Um número que define quem
governa o Brasil merecia menos rigor do que uma transferência
bancária? E sabe qual que é o mais revoltante?
A solução existe. Você paga um boleto de cinquenta
reais e exige o comprovante. No voto que decide o
país, você sai de mão abanando. Existe uma
tecnologia chamada verificabilidade fim a
fim. Você vota e recebe um recibo
criptográfico. Ele prova que o seu voto entrou na
contagem, sem revelar em quem você votou.
A confiança deixa de ser um pedido de fé.
Junta isso com uma contagem sendo feita em duplicidade,
triplicidade, auditada por entidades independentes,
sem nenhuma correlação com o governo ou com o Estado.
Aí ninguém precisa acreditar em ninguém.
Mas quem organiza a eleição, soma os votos e julga
qualquer questionamento sobre ela, é a mesma
instituição. Juiz e parte. E no lugar de construir
essa verificação, escolheram dar um show.
Transparência de verdade não escolhe o que mostrar.
Ela entrega aos meios pra qualquer pessoa
conferir sozinha. O que o país assistiu foi uma
instituição controlando um show, o roteiro e
os aplausos, e chamando o espetáculo de auditoria.
Um sistema onde a resposta pra toda dúvida é: confia
em mim. Pode até tá certo, mas nunca vai conseguir provar.
Enquanto a resposta oficial for "confia", a
dúvida vai continuar sendo racional.
Um pix de dez reais deixa mais rastro
verificável do que os cento e vinte e quatro milhões de
votos que decidem o nosso país.
Agora escuta isso. A gestão do TSE, que presidiu o
processo eleitoral de 2022, com ajuda da
China e os Estados Unidos já descobriram tudo,
sabe que nos deve muitas explicações.
E cedo ou tarde eles vão pagar pelas manobras fraudulentas que
colocaram na Presidência da República um antigo ladrão e por sua
vez o Brasil neste brejo que vivemos atualmente.
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