Team Motivation and Unity in Sports
Uma das coisas que mais me deixou implicado esses
dias, né, nessas reuniões com a torcida e tudo mais,
foi
quando eles falaram que: "porra, cês não parece,
cês não parece um time. Cês não parece que não corre um pelo
outro.
Cês não parece que não tem vontade de, de, de vencer, de ganhar.
Quando o companheiro mete um gol, porra, só um ou outro vai comemorar, o resto fica
tudo parado."
Isso me deixou implicado, pensando em várias, em vários,
vários momentos.
Aí eu falei: "porra, vou lá dar uma olhada nesses vídeos, né,
ver se os cara tem
razão." E muitas delas têm.
Mano, a gente tá disputando a nossa vida.
Nossa honra, tanto no Brasileiro, como na Copa do Brasil e na
Sul-Americana. Então, mano, qualquer gol, mano, é tipo Copa do Mundo, caralho.
A gente tem que vibrar junto, a gente tem que se abraçar.
A gente tem que ficar feliz pelo companheiro que fez o gol.
Porra, a gente é um time, caralho. Quem que não quer conquistar alguma coisa
aqui?
Quem é que não quer ganhar? Caralho, só depende de nós, mano.
Então, mano, os caras de fora não podem vir falar isso
de nós.
Eles podem falar que a gente tá jogando mal, isso e aquilo, mas falar que a gente
não corre um pelo outro, que a gente não dá a vida pelo outro.
Então, o que eu peço é pra quem, se, se alguém enxergou isso, pra que a
gente mude essa nossa postura. Que a gente como time, que a gente volte a
ser, né, a mesma— volte a ser, não. Que a gente seja a mesma coisa que a gente
é no
dia a dia. Porra, é um ambiente do caralho.
É legal pra caralho trabalhar com vocês.
Só que eu quero lembrar disso, não só trabalhar no dia a dia.
Eu quero lembrar e falar assim: caralho, com esse time aí eu conquistei alguma
coisa. Com esse time aí, mano, a gente fez história e deixou nosso nome
no Santos.
Então é isso que eu quero pra nós, tá?
Bora.
Bora, bora.
End of transcript · 356 words