Political Commitment and National Unity

Queridos amigos, antes de tudo, minha gratidão a cada um

que confiou em mim e acreditou que é possível fazer política sem

ódio, sem ataques pessoais e com projetos que

transforme

vidas. Foram milhões de pessoas. Desde o primeiro turno,

escolhi o silêncio, porque há tempo de falar e

tempo de calar. E as grandes decisões não nascem do

barulho,

mas da reflexão e da consciência. Sempre

defendi que as principais dores do ser humano não têm

cor partidária. A fome, a violência, o

desemprego e o sofrimento emocional atingem brasileiros de

esquerda e de direita. Somos uma só nação, uma só

família. Sou radicalmente contra a reeleição e

vocês

sabem disso, pois ela favorecem a perpetuação do poder,

o

populismo e enfraquece a renovação democrática.

Também sou contra o modelo econômico que vem asfixiando o Brasil com esses

juros altíssimos, comprometendo o poder de compra das

famílias e

o futuro das próximas gerações. Por isso, não posso

apoiar Lula. Não é pessoal, é por causa do projeto.

Quanto a Flávio Bolsonaro, fui exigente.

Afirmei que precisamos de um governo para todos, sem

ódio, sem vingança. Fiz perguntas e apresentei

várias propostas. Tivemos uma longa conversa, olho

no olho. Não pedi cargos, nem influência.

Exigi apenas um compromisso de entregar um Brasil

melhor para cada brasileiro. E ele me ouviu de maneira

profunda e inteligente. Flávio aceitou minhas

propostas e assinou um compromisso público comigo e

com o Brasil, que foi enviado à imprensa e está fixada

na

minha bio. Flávio se comprometeu, portanto, com

vários projetos que aqui eu vou citar.

Primeiro, lutar pelo fim da reeleição.

Segundo, revolucionar a educação e a valorização

dos professores, inclusive com melhores salários.

Terceiro, fazer uma profunda mudança na saúde

através da

telemedicina. Quarto, proteção integral às

mulheres, inclusive com alta tecnologia.

Quinto, cooperativismo, apoio integral às cooperativas.

Sexto, financiar milhões de microempresas

através do BNDES e de outros financiamentos.

Sétimo, revolução da agricultura e da produção de

alimentos. Dobrar a produção de alimentos em dez

anos,

pelo menos. Oitavo, pacificação nacional.

Governar para todos os brasileiros, valorizando os direitos humanos,

as minorias, ou seja, abraçando duzentos e dez milhões de

brasileiros. Todos os detalhes vocês pode ver no

documento

assinado que está na minha bio, reitero.

Por isso, neste segundo turno, decidi dar um voto

de confiança a Flávio Bolsonaro, que está reivindicando o

seu primeiro mandato e depois fim da reeleição.

Mas deixo claro, não é um cheque em branco,

é um compromisso

comigo e com o Brasil. Eu e todo o povo brasileiro

iremos cobrar. Aos que pensam diferente, meu mais profundo

respeito. Não somos inimigos. Nenhum país se constrói

dividindo seu próprio povo. Um povo não morre quando o

seu coração para, mas quando deixa de sonhar.

Esse governo será um governo sem vingança, sem ódio, sem

ataques. A campanha termina, mas a missão de

abraçar duzentos e dez milhões de brasileiros continua.

Vamos curar o Brasil do ódio. Um forte

abraço de Augusto Cury.

End of transcript · 497 words

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