Political Commentary on Homophobia

Um trecho dum discurso meu lá no Rio de Janeiro que eu chamo o Nicholas de franga

homofóbica. Ele é uma franga homofóbico, ele é homofóbico, mas no

fundo, ele é um cara que na sua vida pessoal,

no seu histórico não é exatamente de

um machão, muito pelo contrário. E aí eu sempre já deixei claro e deixo

claro novamente. E aí rolou um backlash, porque eles ficaram muito

doidos. Só pra cês entender, o Nicolas ele tá formando grupo político,

e esse é o

primeiro ataque que eu vou comentar, que é o mais engraçado.

Ele montou pequeno grupo político, é, formado por ex-MBLs.

Então tem Pavanato, tem Fernando Holiday, tem

o Ben Pontes que foi trabalhar pro Pavanato, Quilósses que é

do Mato Grosso e outras pessoas. O que todos esses caras têm em comum?

Pouquíssimos ali gostam da, da mesma fruta que eu,

entendeu? Na verdade, são todos praticamente gays e todos

naturalmente enrustidos.

Eu não sei porque eles se atraem pelo Nikolas.

E aí quando eu at-ataquei isso no Nikolas, isso atingiu eles em algum-- Porque

parece que a mesma crítica que eu fiz ao Nikolas atinge eles, que é o fato de serem

gays enrustidos, que têm que fingir que são homofóbicos pra

mostrar que eles são

muito brabos, que eles são cristãos, não sei o quê.

E não são, não são porra nenhuma. Então um deles ali né, não vou citar nome,

mas

obviamente é muito claro, ficou desesperado,

tá até agora surtando no

Twitter, né. Porque este claramente sem-- todo mundo sabe do MBL das

aventuras românticas dele com rapazes tal e tá surtando.

E ele se preocupa muito com esse assunto é uma equipe machuca.

Pra mim é estratégico falar isso. Eu não tô aqui só fazer o que eu gosto,

eu estou

falando-- aqui para fazer o que é certo.

A gente não vai construir uma direita que se baseia na fingição, na finguição até

naquilo que é essencial. A última coisa que eu sou é uma pessoa

homofóbica.

Agora eu odeio gente hipócrita e fingida.

A fingição é uma das coisas que mais me, sabe...

Seja gay, seja gay, tá tudo bem, não tem, tem problema nenhum, pelo contrário,

cara, é uma expressão da, da sua subjetividade, seja gay,

seja feliz e vamo ser

todo mundo brother, amigo, né? E cada um com suas preferências, mas sabe,

a

coisa de fingir e depois atacar o outro, ah, é muito feio, muito feio,

tem que parar com essa fingição. E aí quem comprou totalmente perdido nisso

foi o

Augusto o vovozinho candidato ali do Avante.

Aí ele falou: "Ó, eu não gosto de ataques pessoais.

Nicholas você é deputado muito elegante." Logicamente que ele foi farmar views do

Nicholas na prova desse vídeo. Agora falar que o Nicholas é um candidato

elegante,

Isso é maior loucura, o Nicholas não é nada,

o Nicholas é imbecil fazedor de mídia.

E aí o Nicholas responde, né, confirmando meu ataque,

ele responde com a resposta

mais gay possível. O que é foda, o cara, a resposta que ele dá tipo assim: Ah, Leo,

pronto, você vê não sei o quê. Ai ai ai, Sempre falam de mim, que é

meio pa-papo de diva pop. Tipo, sabe, deu uma resposta então fingindo, mas o

cara não consegue fingir. É assim, a coisa mais pop,

porque cuando cê reprime muito

as coisas, a coisa dói.

End of transcript · 573 words

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