Review do show do BTS no Morumbi: primeira vez e Army Bomb
82 views 8 min Filmed in Brazil Music
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Review do show do BTS. Show muito interessante, muito diferente.
Primeira vez indo num show sozinho também, então, tá certo?
Cara, antes de tudo, baita show, baita performance.
Eles têm um novo fã, um novo fã, um novo army, um B-army, é nós, tá ligado?
Meu, primeira coisa, chegar no Morumbi, tranquilão.
Aí lá fora já tem um estande vendendo merchandise.
Casseta quatro. É, bom, cheguei lá, cheguei na pista, story time, né?
É, peguei uma pista, né, coisa de louco.
É, fui atrás da primeira coisa, uma cerveja, mais importante.
Fui pegar uma cerveja, aí cheguei lá, comecei a me posicionar, olhei, puta telão grandão, pá.
Mas parece que teve umas polêmica aí de telão, de não sei o quê, que faltou.
Bom, foda-se pra mim, não fez falta. Imagino que teria feito, porque mais gente possa ver, imagino que tenha feito, mas do caralho. Do caralho.
Aí, pô, cheguei lá, duas cervejas na mão, só eu, né?
Aí eu entrei na pista, começou, meu, um violão asiático, não sei qual o nome dele, né?
Aí, pô, caralho do caralho, meu, lotado, cheio de gente, todo mundo arrumado, cara, todo mundo arrumado.
Eu tava, tipo assim, de calçadinho com uma jaqueta vermelha só, porque me falaram que a, que a cor desse momento era vermelho, né?
Que é a cor do Arirang, né? Aí eu, meu, vou com a jaqueta vermelha, né?
Aí show. Falei: "pô, vou dar uma volta aqui".
E eu olhava pro lado, via todo mundo com uma porrinha, com uma, com bagulhinho de luz, não sei o quê.
Falei: "meu, eu quero isso, quero fazer parte", né?
Aí comecei a olhar em volta, na pista tinha um lugar que vendia mais gifts, né, mais merchandise.
Falei: "maravilha, minha hora de brilhar, vou comprar essa luzinha show de bola".
Entrei lá, primeiro que o bagulho, mano, é quase open bar, né?
Cê enfia os braço ali na grade, olha, vê pra lá, vê pra cá, vê se alguém te olha, dá uma flertada ali, não literal, né, mas é só pra cruzar uns olhares.
Cruzou olhar com o vendedor, aí a moça: "opa, o que cê quer?"
"Moça, eu quero o que todo mundo tá brilhando aí, o, o Army Bomb, o Army Bomb".
Ela: "ai, meu, pá, ai, como que cê quer pagar? Vai, paga aí".
Meu, bagulho conecta, conecta, eu: "meu Deus do céu".
E enquanto isso, aquele banjo, o banjo asiático, mano, tocando mais forte.
E eu olhava o horário, meu, essa porra começa às oito, eu vou tá aqui, não acredito.
Aí, pô, é, chegou e tava pra cima, aí tinha uma mina do meu lado que tava dando pau na maquininha dela também, cara.
Porra, só que o dela foi e o meu não. E tipo assim, chorando de dar risada.
Ela olhou pra mim: "ó, boa sorte aí". Me deu isso, cara.
Eu ganhei.
Esse malandro aqui, pô, bonitão, véio. Fui pesquisar depois, é o J-Hope, né?
Pô, cara carismático, viu? Aí, resumo da ópera.
Tô com o bagulho aqui, tô com a Army Bomb, correto.
Mano, do caralho, o bagulhinho ficava brilhando, piscando.
Aí cê olhava em volta, bonitasso, todo mundo.
E meu, não só isso, aqui dentro vem a foto dos cara, ó.
Eu nem abri. Eu nem abri. Papo reto, vem umas Polaroidzinha, ó.
Vem esse malandro, vem esse malandro.
J-Hope. Esse malandro. Opa, eita, esse e esse cara.
Pronto, tô com foto de sete asiáticos em casa, pra quê?
Nada contra os cara, muito pelo contrário, os caras são bonitão.
Mas cara, vou guardar de lembrança. Da hora.
Aí meu, o banjo foi ficando mais forte, aí começa um violino.
E entra uma porrada de gente no palco, meu.
Puta show performático do caceta, muito da hora.
Aí meu, toca as músicas e todo mundo louco pelos cara, louco.
Não julgo, não julgo, não tem como julgar ninguém.
Aí pô, show de bola. É, o que aconteceu?
Meu, começa a tocar as música, e os cara, meu, dripadaço, rouba as roupa muito da hora.
Aí para, coloca umas quatro, cinco música, aí para, meu.
Cineminha ali em cima. Trocam de roupa, aparece de novo e blá blá blá, música, música.
Meu, e eu só curtindo.
Tá ligado que a galera fica cantando. Quem sabe, sabe.
Aí, pô, de boa. Começa as música surpresa.
Falei: "caralho, vai ter música surpresa".
E meu, até aí só pedrada, os cara dança, os cara faz de tudo, pula.
E meu, cê sente, meu, parte do show, a galera, tá ligado?
Aí, porra, entrou lá o show, começa as música surpresa.
Falei: "caralho, viado, que da hora. Música surpresa".
Aí começa uma que já, meu, acho que, sei lá, é um, é um piano, um violino, sei lá o que, meu.
Um bagulho, paz e amor. Baita música também, fui atrás dela, o nome dela é Black Swan.
Puta que pariu, que da hora esse som. Papo reto.
Aí são duas músicas surpresa ainda. E assim, esqueci de falar, os cara falando português.
Falando português. Cara, tem muito artista que vem que os cara não sabe nem falar um "obrigado".
Os cara falando de tudo, cara, de tudo. Muito maneiro Aí tocou a segunda música, ééé, segunda música surpresa.
Porra, cara, todo mundo pulou. Eu gritei junto também, foda-se.
Gritei, empolguei com a galera. Isso mesmo, cara, tamo aí, tamo no show, vamo curtir.
Aê! Aí, meu, tocou uma música lá, Fire, né, que só falava isso, Fire, sei lá.
Mano, acho-- música de Mosh Pit isso, cara, papo reto. Se fosse num show, tipo assim, ah, um show vibe Travis Scott, mano, taria a galera abrindo roda punk.
Outro ponto positivo, todo mundo, quer dizer, não sei perto da grade, mas ali onde eu tava, todo mundo respeitava o espaço pessoal de todo mundo, todo mundo pulava de um lado pro outro, ninguém reclamava.
Meu, maravilha. Aí, o que aconteceu? Mano, segunda música foi do caralho.
Aí, meu, acabou a segunda música, os cara meteram o pé de novo.
Nem lembro se foi essa a sequência, na real.
Ééé, trocaram de roupa de novo. Meu, tocaram mais música, trocou ideia com a rapaziada, falaram uma par de coisa bonita.
Mas cara, baita show, papo reto, um dos melhores que eu já fui.
Os cara performam, é uma baita de uma performance.
Se sua namorada aí virar e falar: "Amor, escute BTS, bagulho é da hora, não sei o quê", confia nela, talvez ela tenha um ponto.
Ou talvez não, não sei seu gosto. Ééé, mas é isso.
Aí agora, ó, esse malandro aqui, tá ligado?
Esse, esse, esse, esse e esse. Calma aí que tá faltando um, eu acho.
E esse, charmoso. Mano, mais um fã, cara.
É nós, caralho. Aqui, ó, varinha mágica aqui, acho que é Army Bomb que chama a parada, né não?
É isso aí, rapaziada. Aqui o review pra minha querida amiga que pediu.
Baita show, músicas muito boa, álbum muito bom, é, performance muito boa.
É, o puvo, o público animado. Queria mandar um obrigado especial pra mina que me deu essa cartinha aqui.
Não sei seu nome, não sei quem você é, é, mas muito obrigado, viu?
Então fica aí o review pra vocês. Quem viu até o final, dá like.
Q-quem viu até o final, comenta "swim", que eu acho difícil alguém ver isso.
E é nós.
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